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O Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), sediado em Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, se manifestou a respeito da condução de seus processos sob julgamento em tramitação na denominada Corte de Apelação, conforme é chamada a Corte que pode confirmar ou reformas as decisões tomadas e proferidas pela 13ª Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.

Vale ressaltar que a Justiça Federal do Paraná tem como titular em primeira instância o juiz Sérgio Moro, responsável pelo julgamento da ações da Operação Lava Jato [VIDEO]. Ela é considerada a maior operação de combate à #Corrupção na história contemporânea do país, além de ter angariado reconhecimento internacional, ao ser vista como uma das maiores operações que combatem o crime de corrupção em todo o mundo.

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Tramitação de processos na 2ª instância

A tramitação de processos referentes à segunda instância proporcionou uma ótima notícia para a Justiça brasileira. De acordo com dados divulgados pela Corte de Apelação, os processos criminais poderão ser conduzidos com maior celeridade e muito mais rapidez em se tratando de seus julgamentos.

Entretanto, isso pode significar uma péssima notícia para o ex-presidente da República [VIDEO] Luiz Inácio #Lula da Silva. Com uma tramitação muito mais rápida em relação aos processos inerentes à Operação #Lava Jato, o julgamento na Corte que envolve a condenação de Lula no processo referente à propriedade do imóvel tríplex, localizado na praia de Astúrias, na cidade de Guarujá, no litoral do estado de São Paulo, ocorrerá em menor tempo. Vale recordar que o ex-presidente Lula foi condenado a nove anos e seis meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro.

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Com a consequente queda do tempo relacionado ao julgamento de processos no Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), de Porto Alegre, se for mantida a média do mês de novembro, contando ainda que haja o recesso do Judiciário, durante os meses de dezembro e janeiro, o ex-mandatário poderá ter finalizado seu julgamento no primeiro semestre de 2018.

Se isso se concretizar, portanto, Lula deverá ser julgado antes do início do período eleitoral, o que acarretaria com que ele fosse impedido de concorrer à Presidência da República, se condenado em segunda instância.

Ainda de acordo com o desembargador Leandro Pausen, responsável pela revisão das penas aplicadas no âmbito da Operação Lava Jato, embora cada processo possua sua própria particularidade, muitas das questões já contam com precedentes, o que tem facilitado de forma gradual, os julgamentos, de modo que se tornem menos trabalhosos e que permitem que sejam aprontados mais rapidamente.