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Nesta última quarta-feira, 6 de dezembro, o Supremo Tribunal Federal (#STF) começou a julgar ações [VIDEO] que questionam a Assembleia Legislativa de revogar uma decisão da Justiça contra deputado estadual. No entanto, o caso estaria dando ''dor de cabeça'' para o ministro e relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo, Edson Fachin.

Este processo trata de políticos que foram presos nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Mato Grosso. Acontece é que políticos chegaram a revogar a prisão de seus colegas criminosos por apresentarem o mesmo entendimento do caso do senador federal Aécio Neves (PSDB). Na época, o Supremo autorizou o Congresso Nacional a derrubar a decisão dos ministros a respeito do afastamento do senador.

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Edson Fachin é responsável sobre os processos que envolvem o Rio de Janeiro e a prisão de membros do PMDB. Com isso, o ministro [VIDEO]resolveu tomar a mesma decisão que teve sobre o caso de Aécio Neves, votando contra a possibilidade de deputados revogarem a prisão de seus colegas acusados de diversos crimes. Fachin avaliou não compreender a ''concessão de poderes para adoção de medidas cautelares''. Nesta próxima quinta-feira o julgamento continuará em andamento.

O caso de senador Aécio Neves trouxe grande repercussão na mídia, pois o parlamentar, com a ajuda do Congresso, conseguiu derrubar uma ação imposta pelo Judiciário e voltar para suas atividades. No entanto, agora o fato ''cai por cima'' do Supremo, que tem que lidar com pedidos parecidos em outras ações. O objetivo de deputados é ''salvar'' seus colegas de processos e eles utilizarão o caso de Aécio como um ''exemplo'' a ser seguido.

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Decisão da Alerj

Em novembro, a Alerj revogou a prisão e devolveu mandatos de deputados do PMDB. O Ministério Público Federal (MPF) questionou essa decisão, já que os deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Alberto Albertassi tiveram prisão preventiva decretada.

Os deputados foram pegos em flagrante alvos de um desdobramento das investigações da Operação Lava Jato, batizada de ''Operação Cadeia Velha''. A #Polícia Federal descobriu pagamentos de R$ 500 milhões de empresários de empresas de ônibus para os políticos. Políticos do PMDB ''disfarçaram'' e avaliaram que revogar a prisão é necessária mesmo eles não sendo compreendidos pela decisão. Parlamentares disseram que existe uma ''revolta'' e ''indignação'' contra a classe política. #Corrupção