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Ainda falta cerca de oito meses para o início da campanha eleitoral presidencial, mas muitas especulações já foram ventiladas. A candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é uma incógnita, já que depende de questões judiciais para ser homologada ou não. O deputado Jair Bolsonaro [VIDEO], segundo lugar nas pesquisas, ainda não está filiado ao partido que irá disputar o pleito, pois se fizesse essa mudança agora, iria ser pego na lei de fidelidade partidária. Ele atualmente está no PSC, mas provavelmente irá se filiar ao PEN O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin [VIDEO], vem passando por duras batalhas internas no PSDB, mas parece ter desbancado os postulantes à pré-candidatura em 2018.

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De quebra, ainda terá de "brinde" a presidência nacional do PSDB a partir da convenção do partido, que ocorrerá no próximo sábado (9).

Ocupando atualmente o terceiro lugar nas pesquisas presidenciais, a ex-senadora Marina Silva (Rede) confirmou nesta semana novamente sua pré-candidatura. Ela já foi derrotada nos pleitos de 2010 e 2014 pela presidente Dilma Rousseff. Outro nome que também já se lançou como pré-candidato e foi confirmado pelo partido foi o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) também já tem sua pré-candidata oficial. O PCdoB resolveu lançar candidatura própria e irá apostar na deputada estadual Manuela D'Ávila (RS).

"Planos de governo"

Lula, Alckmin e Bolsonaro sinalizaram seus planos de governo com documentos desenvolvidos e que já foram divulgados com um certo teor de ideias dos pré-candidatos.

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Os documentos não podem ser considerados oficiais, porém, já demonstram com clareza alguns indícios de como os presidenciáveis devem agir caso cheguem ao Planalto.

Lula

A resolução aprovada em setembro no Congresso Nacional do PT traz algumas ideias de governo. Ele sugere uma Assembleia Nacional Constituinte para revogar as decisões do governo de Michel Temer. O documento, por assim dizer, sugere a mudança na cobrança do Imposto de Renda, sendo os mais ricos taxados com maior valor. Além de críticas as reformas de Temer. O pré-plano de governo também se mostra contrário a privatizações e defende bandeiras tradicionais, como minorias e reforma agrária.

Bolsonaro

Uma das principais críticas contra Jair Bolsonaro é sua total (ou quase que total) falta de projetos, propostas e ideias. Além das frases extremistas, o deputado federal pouco fez. O principal ponto de Bolsonaro é tentar se defender dos ataques por desconhecer de economia. Para tal, diz fazer reuniões com economistas e já ter seu ministro da Fazenda: o economista Paulo Guedes.

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No documento divulgado em 8 de novembro, Bolsonaro afirma que seu "governo" respeitará a Constituição. Já em outro documento, agora de 13 de novembro, o deputado afirmou que manterá o "tripé econômico", política adotada pelos governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma. Também defendeu que o Banco Central deve ser independente.

Alckmin

Uma das diretrizes do governo tucano seria a diminuição do Estado - uma das medidas seria a realização de concursos públicos apenas quando necessário - e o gasto eficiente. Em termos econômicos, o documento defende as reformas propostas pelo governo de Michel Temer, como a trabalhista e da Previdência. No social, o PSDB garante que irá manter os programas sociais já implantados no Brasil, mesmo sem citar o nome do ex-presidente Lula. Os tucanos também sugerem o voto facultativo e a implementação do parlamentarismo no Brasil. O voto distrital misto, já aprovado esse ano, também é defendido pelo plano de governo do partido. #Eleições 2018 #Dentro da política