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A maior operação de combate à #Corrupção em toda a história contemporânea brasileira e uma das maiores anticorrupção destinada à elucidação relacionada a crimes de "colarinho branco", a Operação Lava Jato [VIDEO], da Polícia Federal, pode ter novos desdobramentos, principalmente, ao que se refere à implementação de investigações no exterior, como por exemplo, em se tratando de países latino-americanos e europeus. É de extrema importância o prosseguimento das investigações no estrangeiro, já que no Brasil o próprio diretor-geral da Polícia Federal [VIDEO], Fernando Segóvia, afirmou, de forma categórica, que se estima que as investigações da força-tarefa de trabalho das apurações devem se encerrar neste ano de 2018, cujos inquéritos possuem uma grande possibilidade de que sejam finalizados.

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Vale a pena ressaltar que a Operação #Lava Jato é conduzida em primeira instância, pelo juiz paranaense Sérgio Moro, titular da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná e magistrado responsável pela condução das investigações da Operação Lava Jato, que apura rombos bilionários oriundos dos cofres públicos da maior estatal brasileira, a Petrobras, cujos desvios favoreceram a empreiteiras envolvidas no mega esquema de corrupção e distribuição de propinas, além de políticos, empresário e doleiros operadores do esquema.

Um dos inquéritos mais famosos abertos pela Lava Jato, trata-se da condenação em primeiro grau do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de práticas criminosas de corrupção, com pena estimada a mais de nove anos e seis meses de prisão em regime fechado, além do pagamento de multas.

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Entretanto, o processo do petista está sob tramitação no Tribunal de segunda instância, no Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF4), de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.

Lava Jato mobilizada no exterior

Uma revelação de forças-tarefa de #investigação, no âmbito da Operação Lava Jato em vários países europeus e latinos, refere-se à forte possibilidade de que as apurações sejam intensificadas no exterior e que, de acordo com os procuradores, se encontram "longe de um desfecho". As autoridades estrangeiras consideram que o encerramento das apurações estão "longe do fim". Esses inquéritos ainda não possuem previsão de encerramento em países como: Espanha, Andorra e Suíça.

Um ex-procurador, que preferiu não se identificar, fez revelações em condição de anonimato, ao afirmar que até meados do ano passado, dezenas de contas bancárias ainda se encontravam pendentes de avaliação por parte dos investigadores da Lava Jato. O que contribuiu para que ocorresse esse retardamento no andamento das apurações, é devido à falta de um número suficiente de pessoas dedicadas à análise dos processos. Há, no entanto, uma forte preocupação entre banqueiros que realizam operações financeiras com clientes brasileiros. O principal receio é de que eles possam ser presos no Brasil.