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A ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia [VIDEO], tomou uma atitude um pouco estranha ao querer de todas as formas conversar com o presidente do Tribunal Regional Federal (TRF-4), Carlos Eduardo Thompson Flores. A conversa poderia ser algo normal, mas surge num momento de grande tensão prestes a acontecer o julgamento crucial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva [VIDEO], que foi condenado a nove anos e meio pelo juiz federal Sérgio Moro.

A pergunta que fica é qual o assunto que a ministra teria tanta pressa em tratar nesse momento com o presidente do TRF-4.

Conforme a agenda divulgada pelo STF, o assunto entre os dois será institucional, podendo ter detalhes do julgamento do petista.

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Um dos assuntos que poderá ser discutido entre eles é a segurança dos magistrados da TRF-4 dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.

Conforme informações da imprensa e de vários críticos da política, essa convocação de #Cármen Lúcia a Thompson Flores foi feita em hora errada, já que o país vive um momento conturbado no seu clima político.

Segundo o escritor Helder Caldeira, o encontro entre os dois cria diversas circunstâncias e isso acaba se tornando péssimo para o Brasil. As pessoas estão muito exaltadas e nervosas com o julgamento de #Lula, qualquer coisa que aconteça no tribunal pode ser visto como alguma ação da ministra e isso não é bom.

Desconfiança

Qual seria o centro da conversa de Cármen e Thompson? Estaria ela utilizando de toda a sua força na Corte para exigir uma certa posição do presidente do tribunal? A pressa da ministra deixa muita gente com pensamentos duvidosos.

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Um outro ponto observado é que a ministra exigiu presença pessoal de Thompson. O assunto é tão sério que não poderia ser tratado por um simples telefonema ou algum ofício dirigido a ele?

STF

Todas essas dúvidas surgem porque, nos últimos tempos, o STF tem tomado diversas decisões conturbadas que trouxeram problemas para a imagem da instituição. Ministros se desentenderam, se confrontaram e decisões monocráticas foram tomadas voltadas, no caso, ao pensamento individual de cada um.

O povo brasileiro ficou tenso com um Judiciário sem convicção de seus entendimentos.

A própria ministra chegou a decidir, em uma votação de desempate, que parlamentares poderiam definir o próprio futuro deles, tirando a última palavra do Supremo. Tudo isso causou mal-estar e o STF foi visto com "maus olhos" pela grande maioria das pessoas.