Compareceram para entrevista na TV Pampa de Porto Alegre-RS, os pesquisadores Durvanei Maria, Renato Meneguelo, Marcos Vinícius de Almeida e Gilberto Chierice. Mais uma vez, o objetivo era explicar como age a fosfoetanolamina no organismo das pessoas que são portadoras de câncer.

Também estava presente o deputado estadual Marlon Santos, que desde que tomou conhecimento sobre a fosfoetanolamina sintética, está lutando junto com os pesquisadores para terminar a última fase da pesquisa (essa será feita em humanos), o deputado garante que vai ser feita no sul do país.

O deputado alega que tem muito desconhecimento por parte dos nossos governantes sobre a pesquisa.

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"Nós temos sentimento de humanidade com a causa para com o país inteiro", desabafa o deputado em defesa dos brasileiros que já poderiam estar usando o medicamento.

Já Gilberto Chierice disse que "se não for possível fazer aqui (a fosfoetanolamina) no país, eu vou para a internet e publico tudo, acho que qualquer pessoa pode fazer em casa. Só não sei se vai conseguir, pois não é bom fazer assim". Gilberto deixa claro que se existisse mais interesse das autoridades esse medicamento já estaria sendo doado aos pacientes portadores de câncer. Ele também afirmou que já está cansado de tanta polêmica em torno da fosfoetanolamina.

O pesquisador e médico Renato Meneguelo falou: "Cansamos de bater nas portas de hospitais, não foi em um hospital e não foi só em uma vez, essa história de que 'vocês não foram atrás', 'a pesquisa morreu por falta de interesse de vocês', não é verdade, temos tudo documentado".

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Agora ele espera que tudo vá em frente para que, em pouco tempo, pacientes já estejam tomando esse medicamento.

De acordo com o biomédico Durvanei Maria, que trabalha no Instituto Butantã em São Paulo, "os resultados foram todos publicados, testes que a própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) certifica". Foram feitos testes com diversos tumores, como: melanomas,tumores renais, leucemia, osso sarcoma, carcinoma na cavidade oral e mama.

"Não temos resultados fictícios e eles são concretos, a fosfoetanolamina destrói as células tumorais, induzindo a morte da célula por sistema programado, sistema induzido quando a célula entra em contato com a fosfoetanolamina, denominando apoptose", diz Durvanei, que também afirma que o medicamento não causa efeitos colaterais. #Justiça #Medicina #Doença