No estado do Rio Grande do Sul, a polícia chegou a uma conclusão, que Noé Guilherme Rodrigues (13) participou de um jogo chamado 'roleta-russa', e foi alvo de um tiro que acertou seu peito no dia 02/10/2015. A perigosa 'brincadeira' foi feita na casa onde o garoto morava. A polícia tem quase certeza que o autor do disparo é um adolescente de 15 anos de idade, que é amigo do  garoto.

Nesta 'brincadeira', as pessoas utilizam um revólver, que está carregado com somente uma bala. A pessoa, depois de girar o tambor, mira para si próprio ou para alguém que esteja presente e dispara. O detalhe é que ninguém sabe o local exato que a bala se encontra.

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Cristhian Nedel (delegado que está a frente do caso), e que faz parte do DECA (Departamento Estadual da Criança e do Adolescente), falou que a pessoa responsável, que foi declarada culpada pelo #Crime, foi indiciada por homicídio e por ter agido de má fé, também por razão insignificante. "Ainda não temos certeza se Noé foi por conta própria ou se alguém obrigou-o, porém, de uma coisa eu tenho certeza: O amigo do menor tinha plena consciência que a brincadeira poderia ter graves consequências'', falou Cristhian.

O menor estava no pátio de sua casa, que está localizada na capital gaúcha (Porto Alegre), em uma vila que se chama 'No Limite'. Foi levantada a hipótese de Noé ter sido atingido por uma tiro disparado do lado de fora da sua residência. Naquela área há muitas quadrilhas com traficantes.

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Depois de fazer todas as averiguações, foi concluído que o tiro não veio de fora da casa.

Elisa Souza (delegada que fez as investigações) afirmou que na data que Noé veio a óbito, não foram registrados tiros nas redondezas. Durante as investigações, a polícia interrogou várias pessoas, que, aproximadamente às 18 horas, disseram ter ouvido dois tiros no dia do delito. Sabe-se que foi utilizado um revólver calibre 38, no entanto, o mesmo ainda não foi encontrado.

O Ministério Público está em fase de análise do interrogatório. A Justiça receberá o pedido de internação do garoto nos próximos dias.  #Violência #Casos de polícia