Graciele Ugulini foi levada ao Instituto de Psiquiátrico Forense no RS, após crises de depressão na penitenciária de Guaíba. Segundo a Susepe (Superintendência de Serviços Penitenciários), a prisão de Guaíba é a única que tem condições de dar segurança à madrasta, porém ela estava enfrentando problemas psiquiátricos na penitenciária.

Ainda segundo a Susepe, ela está no Instituto há mais ou menos uma semana. Assim que receber alta, que ainda não há previsões, ela retornará a prisão para cumprir o resto da pena.

Essa é a terceira vez que a madrasta recebe tratamento especializado desde que foi presa em 2014. As outras duas vezes, aconteceram em 2015.

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Graciele é uma das quatro pessoas acusadas do assassinato do menino Bernardo, além dela o pai do menino Leandro Boldrini e os irmãos Edelvânia e Evandro Wirganovicz respondem por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Os quatro estão presos desde abril de 2014.

A defesa de Graciele solicitou a transferência dela de Guaíba para um lugar mais próximo da família, que vive em Santo Ângelo, no estado do Rio Grande do Sul, no entanto a Justiça negou a solicitação.

Apesar dos acusados serem detidos em 2014, ainda aguardam o julgamento, que ainda está sem data definida.

Relembre o Caso:

O menino Bernardo Boldrini estava desaparecido desde o dia 4 de abril de 2014, quando foi visto pela última vez com a madrasta em uma caminhonete em direção à Frederico Westphalen, onde 10 dias depois o corpo do menino foi encontrado em um saco plástico as margens de um rio na zona rural desta cidade, que fica à 80 km de Três Passos, onde a família morava. 

De acordo com investigações da Polícia, Graziele e Edelvânia teriam dado um medicamento que causou a morte do garoto.

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Depois que o garoto foi morto,  Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia teria ajudado as duas mulheres a esconder o corpo do menino, que foi diagnosticado com superdosagem do sedativo midazolan.

O MP (Ministério Público) apontou que o pai do menino, juntamente com a madrasta, atuaram como mentores do #Crime, e segundo informações da polícia, o médico auxiliou na compra dos remédios.  #Casos de polícia