O Rio Grande do Sul  e a Secretaria da Fazenda da União estão jogado uma emblemática partida de xadrez cujos resultados infelizmente podem não ser animadores para o povo gaúcho, em especial aos funcionários públicos, que literalmente estão sendo colocados em xeque. Não são raros os casos em que para vencer sua partida, um dos jogadores, para defender seu Rei – sacrifica suas peças e até a própria Rainha ou Dama. No caso do RS as peças importantes estão sendo representadas pelos concursados. 

O RS está com pouco tempo para tomar uma decisão acertada objetivando equilibrar este jogo caso contrário não atingirá deverá, aí sim, inexoravelmente sacrificar suas peças.

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A informação veio por meio do jornal Correio do Povo de Porto Alegre que cobriu a primeira reunião de 2016 entre o governador do Estado José Ivo Sartori do PMDB e alguns deputados de sua base aliada.

O sacrifício

Segundo foi relatado  pelos deputados Ênio Bacci do PDT e Elton Weber do PSB, o Piratini tem no máximo oito meses  para encontrar uma forma para equilibrar a receita com a folha de pagamento. Caso  isso não aconteça o remédio será amargo ressaltou Weber alertando para o iminente risco de exoneração em massa de servidores concursados para equilibrar as finanças gaúchas.

Cleber Benvegnú, Secretário de #Comunicação  garantiu que não há nenhum estudo objetivando estes cortes aventadas por Weber e Bacci. Segundo Benvegnú esta primeira reunião do ano serviu para apresentar mecanismos relativos ao limite prudencial relativos à Lei de Responsabilidade  Fiscal.

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Contudo Elton  reafirmou a necessidade da adoção de medidas austeras e principalmente da abertura de um novo diálogo de renegociação desta dívida com a Secretaria Fazendária do  Planalto (Brasília).

Já o deputado do Partido Progressista Frederico Antunes, achou prudente permanecer durante as quase três horas sem emitir opiniões ou dar parecer sobre o tema em questão se resumindo a ouvir a versão e estratégias econômicas do governo e a palestra dos secretários. #Crise #Finança