José Ivo Sartori está apostando todas as suas fichas em uma eventual e oportuna ajuda do governo federal para que o Palácio Piratini consiga pagar em dia o 13º salário dos servidores rio-grandenses agora em dezembro. Ele esteve reunido em Brasília com o presidente #Michel Temer para pedir socorro. Sartori se agarra de unhas e dentes em duas alternativas para salvar o Rio Grande do Sul da grande #Crise financeira que está mergulhado sendo que, de seus dois pedidos entregues a Michel, apenas um é mais provável que consiga.

Veste um santo e desveste outro

Sartori quer uma linha de crédito especial no valor de R$1,8 bilhão junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) que oficialmente serviria para viabilizar a execução de programas e de desenvolvimento constantes no Plano Plurianual e leis orçamentárias estaduais – mas na prática o #Dinheiro seria desviado para o pagamento e quitação dos salários extras dos funcionários públicos.

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Seu outro pedido não passa de quimera – uma vez que ele pede à União o ressarcimento por obras que o RS realizou em estradas federais há 36 anos quando o Brasil ainda estava sob jugo do regime militar cujos valores giram em torno dos 2 bilhões de reais, porém esta por sua vez está cada vez mais distante de se concretizar, pois este pedido esbarra em um mencionado termo de quitação da dívida assinado pelo governador Olívio Dutra após o RS ter recebido um socorro financeiro da União.

O cenário é dramático e tanto o governo gaúcho quanto seu quadro funcional estão entre a cruz e a espada.

Se o governador José Sartori não for feliz em sua empreitada junto ao presidente Temer definitivamente não haverá pagamento do 13º salário. Esta conclusão deve-se ao fato de que não há plano B como ocorreu em 2015 quando o governo buscou socorro junto ao Banrisul .

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O RS não dispõe de receita extra que garanta este um financiamento de curto prazo e para agravar – o Tribunal de Contas do Estado desautorizou novas operações deste tipo a partir de 2015.