Os crimes bárbaros continuam a assolar o Brasil, fazendo diversas vítimas que perdem suas vidas para criminosos que agem a sangue frio, demonstrando nenhum arrependimento na hora de tirar vidas de pessoas inocentes. Esses casos cada vez são mais frequentes, colocando muitas pessoas com medo do que pode acontecer, caso isso venha ser realidade em suas casas. Essas pessoas vivem com medo de criminosos que fazem vítimas por todo o país e ficam impunes, nunca sendo capturados por autoridades.

A brutalidade toma conta dos fatos que narram crimes onde o sangue que escorre pelas ruas são de vítimas inocentes que não tinham motivo nenhum para perderem suas vidas.

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Essas pessoas são vítimas por duas vezes, por estar no lugar errado e na hora errada, ou simplesmente podem ser confundidas por alguém.

São diversos os motivos que podem fazer com que alguém inocente perca sua vida na mão de um bandido. Quando o #Crime envolve diversas mortes e é considerado uma chacina, mais preocupada fica a população, diante de tamanha covardia cometida contra diversas pessoas.

Esse foi o caso de uma família que tomava chimarrão na zona metropolitana de Porto Alegre, quando foram atacados por assassinos que invadiram sua casa fazendo disparos contra todas as pessoas. Minutos antes os vizinhos da casa da frente chegaram assustados fugindo dos criminosos, eles eram os verdadeiros alvos dos bandidos.

Ao evadir para a casa dos fundos, os vizinho atraíram os bandidos, que mataram Altair Camargo e seus filhos William de apenas sete anos e Caroline, uma jovem de 17 anos.

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A sogra de Altair também foi morta, Magali Procasco e sua filha. Outras quatro pessoas sobreviveram a chacina que aconteceu em Gravataí no bairro Cruzeiro.

A família assassinada chegou a comentar com parentes que gostaria de mudar do local, mas não chegaram a dizer nada sobre a conduta dos vizinhos da casa da frente. O crime aconteceu na manhã deste sábado (25) e os assassinos chegaram em um carro preto antes de começarem a carnificina que matou cinco pessoas de uma mesma família no Rio Grande do Sul.

#Casos de polícia