Assim como nas demais capitais brasileiras, #Porto Alegre registrou pouca adesão nas manifestações deste domingo, 26, que apoiaram a Operação Lava Jato, criticaram o Congresso Nacional e pediram, dentre outras coisas, o fim do foro privilegiado.

O local da concentração em Porto Alegre foi o mesmo das manifestações anteriores, entre 2015 e 2016, que tinham como objetivo tirar Dilma Rousseff da presidência da República - o que só ocorreria em agosto do ano passado. No Parque Moinhos de Vento, o Parcão, manifestantes se aglomeraram ao lado de um caminhão de som, que recebeu discursos de variados líderes políticos.

Marcel van Hattem, deputado estadual e um dos grandes líderes dos movimentos liberais no Rio Grande do Sul, amenizou a baixa participação.

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Em suas contas, cerca de mil pessoas estiveram no ato, e ele lembrou que em novembro de 2014 a adesão também era pequena.

"Os movimentos precisam de um tempo de maturação. Infelizmente, estamos vivendo um tempo de ressaca na política. Eu gostaria que tivesse mais gente aqui hoje. Ainda assim fico satisfeito, porque em novembro de 2014, quando iniciamos, era coisa de 200 ou 300 pessoas", relembrou o deputado.

Dentre o público, foram observadas algumas faixas e camisetas do Partido Novo, recém fundado como uma espécie de alternativa aos tradicionais partidos políticos. Um pequeno grupo paralelo ao "grosso" da manifestação chegou a pedir intervenção militar. Antes das 18h, o ato já havia encerrado. #Protestos