O gás de cozinha ficará mais caro a partir do dia 1º de setembro - próxima terça-feira. O reajuste, segundo informações dos revendedores, poderá variar entre 8% e 12% em Pernambuco. O botijão de 13 kg, por exemplo, vendido a R$ 45, poderá chegar a R$ 50,20.

O argumento para a alta dos preços, segundo o a Sinregás-PE (Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco), é de que alguns itens que compõe custos operacionais tiveram aumentos significativos, além da variação da inflação e de outros fatores.

Francine Gulde, Presidente/Sinregás-PE diz que cada distribuidora é livre para definir o seu preço, podendo variar de acordo com a companhia.

Publicidade
Publicidade

Ela ainda salienta que a distância de base e destino final poderá influir no preço final do botijão.

Mas não é somente em Pernambuco que o item será reajustado. Sindicatos de vários Estados da federação também anunciaram aumentos, com é o caso da Paraíba, onde foi divulgado recentemente o reajuste de 11%, deixando o botijão de 13 kg, por R$50, em média. No Piauí, o reajuste será de 8%; no Rio Grande do Sul 10%.   

Escapando do reajuste

Comprar o gás até a próxima segunda-feira (31), antes do dia 01 pode ser viável - uma ótima dica para os consumidores que possuem mais de um vasilhame em suas residências. No entanto, em alguns casos - como sempre acontece em regiões como no interior do Estado, por exemplo, há promoções relâmpagos, onde as distribuidoras baixam os seus valores quando a procura é pouca.

Publicidade

Na cidade de Barreiros, a 110 km do Recife, o consumidor chega a ganhar até 8% de desconto, repassados pelos distribuidores.

Economizar é preciso

Com a recessão pré-estabelecida, e os efeitos da crise sendo a cada dia notórios, é importante que as donas de casas comecem a criar planos no intuito de economizar o gás de cozinha. Profissionais da área recomendam fazer uso do fogo baixo logo quando se inicia o cozimento e depois reduzir o mesmo. Cozinhar com as panelas tampadas poderá trazer resultados significativos. Afinal de contas, vale tudo para enfrentar a crise. #Governo #Crise #Crise econômica