Um aumento de casos de microcefalia está mantendo o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais em estado de alerta.

Os casos vêm aumentando repentinamente. O maior índice registrado está na região Nordeste do país.

Só no estado de Pernambuco, de julho para cá, foram registrados 141 casos. No Rio Grande do Norte, em 2014 foi registrado apenas 1 caso. Esse ano já foram 21.

No estado da Paraíba, a secretaria de saúde registrou seis casos em crianças recém-nascidas.

O estado de Pernambuco já decretou estado de emergência. Por esse motivo, pode ser feito compras de medicamentos sem a necessidade de licitação e também a contratação de profissionais que não são concursados.

Em comparação com os últimos 4 anos, só este ano, o aumento até agora foi de 500%.

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O que é a microcefalia?

A microcefalia é uma malformação do crânio, ou seja, o crânio é formado de um tamanho menor que um crânio normal e costuma ser frequente em crianças do sexo masculino.

As estatísticas para esse caso é de 1 a cada 6.250 pessoas.

Geralmente, a microcefalia é detectada ainda na gestação. Há casos que são detectados somente após o nascimento.

Principais causas de microcefalia

O uso de medicamentos em excesso, o uso de álcool, cigarro e outras drogas, infecções, desnutrição da gestante, toxoplasmose, e em caso de genética são as principais causas de microcefalia.

Em outros casos, a microcefalia é causada também pela falta de oxigênio no cérebro, inclusive pode ocorrer no momento do parto.

A suspeita é de que o “zica”, um vírus transmitido pelo mosquito da Dengue, tenha sido responsável pelo aumento dos casos em Pernambuco.

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Quais as consequências?

As complicações em virtude da microcefalia são atraso nas funções motoras, epilepsia, hiperatividade, falta de coordenação, falta de equilíbrio e retardo mental.

Ainda não há um tratamento capaz de curar a microcefalia.

O correto é busca ajuda de terapias e de especialistas para ajudar no desenvolvimento da fala e outras habilidades.

Agora, vai ser estudado o houve em comum com as mães durante os três primeiros meses de gestação. #Dicas #Doença #sistema de saúde