De meados de 2014 até o presente momento, o aumento da insegurança no campus da UFPE/Recife tem sido alvo de frequentes denúncias dos universitários nas redes sociais. Os testemunhos vão de simples furtos, até tentativas de abuso sexual dentro da instituição. 

Os alunos alegam que o policiamento do entorno, onde ficam os pontos de ônibus, e a segurança de dentro dos departamentos do campus estão comprometidos. Recorrentes assaltos e tentativas de abusos sexuais, por indivíduos de fora da #universidade, vem ocorrendo, causando uma onda de medo no corpo discente.

Alunas compartilham as tentativas de abusos que ocorrem dentro dos banheiros femininos, no grupo formado por alunos da UFPE, no Facebook.

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Meliantes tentam espiar as mulheres por cima das divisórias do banheiro. Uma das vítimas, ao perceber a presença estranha do indivíduo, entrou em luta corporal com o criminoso. Ela conseguiu escapar e acionar a polícia.

Assaltos com motoqueiros e motoristas armados, também têm tirado a paz dos estudantes, principalmente dos turnos noturnos. Eles se sentem inertes a situação, já que todo dia fazem este percurso e esperam, muitas vezes, sozinhos ou em pequenos grupos nos pontos de ônibus.

A Polícia Militar afirma que já faz um policiamento ostensivo na área para coibir as ações e que as dependências da instituição são de responsabilidade da segurança privada da UFPE. O telefone Patrulha do Bairro é o 98494.3082. A PM pede ainda que as ocorrências sejam registradas na Polícia Civil e que os estudantes evitem expor objetos de valor.

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Já a Superintendência de Segurança da UFPE afirma que o campus da universidade é aberto, com controle de acesso, apenas para os veículos. A segurança é realizada por 300 servidores federais, 26 viaturas, três motos e 91 postos de vigilância. Efetivo considerado suficiente.

Os fatos recentes vêm gerado a discussão entre o corpo estudantil: A permissão de rondas da PM seriam necessárias dentro da instituição? Alguns defendem, outros discordam. O fato é que há um consenso entre os alunos: "do jeito que está não pode ficar!" #Educação #Casos de polícia