Um prédio da Editora Record, que fica na Rua Argentina, em São Cristóvão, Rio de Janeiro, foi atingido por um incêndio na manhã desta quarta-feira (25). Eram 6h50 da manhã quando as chamas começaram a ser notadas no segundo andar do edifício. Como o horário era muito cedo, haviam apenas seis funcionários no local, que conseguiram sair. Bombeiros de quatro quartéis foram acionados para apagar as chamas, e conseguiram fazer isso por volta das 8h.

Não se sabe o que causou o incêndio, mas sabe-se que o fogo atingiu principalmente o arquivo da editora. Devido a grande quantidade de papéis no local, as chamas se alastraram rapidamente.

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Para liberar a fumaça, os bombeiros precisaram quebrar as janelas do quarto andar do prédio da editora. Os profissionais de design também tiveram sua sala afetada, juntamente com o pessoal de tecnologia. Por isso, os funcionários não estão conseguindo ainda acessar o e-mail corporativo da empresa.

"Não temos ainda como dimensionar o prejuízo, porque a gente ainda não pode entrar no prédio", disse Claudia Lamego, coordenadora da assessoria de imprensa do Grupo Record. Em sua página no Facebook, o grupo agradeceu as mensagens de apoio dos seus colaboradores e leitores, e reafirmou que ninguém havia ficado machucado e que o Corpo de Bombeiros estava no local. Quem vai avaliar as causas do incêndio é a perícia técnica.

Para controlar as chamas, foi necessário interromper o tráfego de veículos da Rua Argentina, onde o imóvel está localizado, deixando o trânsito complicado na região, segundo o COR (Centro de Operações do Rio).

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Na internet, muitas pessoas chegaram a acusar a Globo como causadora do incidente. No entanto, diferente do que se pensa, o Grupo Editorial Record é dono de várias editoras de livros, como a própria Editora Record e outras editoras, como a Bertrand Brasil - que foi atingida nesse incêndio. Portanto, o grupo fundado em 1940 por Alfredo Machado e Décio de Abreu, nada tem a ver com a Rádio e Televisão Record S/A, de Edir Macedo.