Muita gente reclama que as empresas de telefonia #Celular não respeitam os clientes. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, as principais reclamações dos consumidores contra empresas como as grandes Vivo, Claro, Tim, Oi e Nextel são: demora no atendimento, cobrança indevida e desrespeito com o cliente.

Diante de uma situação semelhante, no Rio de Janeiro, um cliente se enfureceu e tomou uma medida drástica para chamar atenção. Ao ser impedido de cancelar o seu plano de celular, ele foi até à loja de sua operadora e "desceu" a marreta. O caso aconteceu hoje (27) na zona Oeste da cidade, na Barra da Tijuca.

O nome do cliente não foi divulgado.

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Porém, segundo a Polícia Militar, o cliente da Nextel foi até a loja tentar cancelar sua linha telefônica. Sem sucesso, ele saiu de carro do local, e voltou dirigindo. Ao parar na porta da loja, ele saiu do veículo segurando uma marreta, acertando o vidro da fachada. No momento em que os agentes chegaram ao loca, ele já havia fugido. O gerente, porém, não quis acompanhar os policiais até a delegacia.

A Nextel, contudo, lamentou o fato por meio de nota à imprensa. A empresa disse que, por sorte, os funcionários que trabalhavam neste turno, não foram feridos na ocasião. Ainda assim, a Nextel afirma que está fazendo um levantamento dos prejuízos materiais. Caso seja necessário, a empresa tomará as medidas cabíveis, que ela não quis declarar quais são.

Casos semelhantes  

Este não é o primeiro "dia de fúria" de um cliente contra sua empresa.

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Durante os protestos de junho de 2013, por exemplo, muitos brasileiros se revoltaram contra os bancos. Empresas como Itaú e Bradesco sofreram atendados encabeçados por "Black Blocks", que acusam as organizações bancárias de envolvimento em crimes e desrespeito com os brasileiros.

Já em junho deste ano, um cliente insatisfeito com o serviço da loja de materiais Dicico, foi ao local e quebrou os produtos da empresa. O vídeo vazou na internet e se tornou um viral, com centenas de milhares de visualizações no Youtube. #Ataque #Violência