O evento mais famoso da música no Brasil, sem dúvidas, é o Rock in Rio. O festival musical foi criado ainda na década de 80 e de lá para cá outras edições agitaram a capital do Rio de Janeiro e também outras cidades mundo afora, como Lisboa, em Portugal. Há um mês para o evento do Rock, mas que também reúne pop, axé e outros ritmos musicais, muita gente ainda tenta comprar ingressos para não perder os shows dos seus artistas preferidos. Na corrida pelos ingressos, essas pessoas encontram internautas, que por meio das redes sociais, fazem "promoções" das entradas tão esperadas. No entanto, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, tal modalidade pode ser considerada como #Crime.

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Várias pessoas estão sendo investigadas e até podem ser presas. Então, tenha muito cuidado e fique atento. 

Segundo informações do UOL em reportagem publicada nesta terça-feira, 18, a Polícia Civil carioca está investigando o trabalho de cambistas pelo mundo online. Estes homens e mulheres vendem os ingressos por um preço muito acima do que foi comprado.  O trabalho de apuração está sendo feito pela DRCI, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, localizada próxima ao complexo de Manguinhos. De acordo com a DRCI, esse tipo de venda pode configurar crime de estelionato. Além disso, já há reclamações de venda de ingressos inexistentes ou falsos. Muita gente está levando gato por lebre.

Ao todo serão sete dias de shows para o Rock in Rio. Os bilhetes, entretanto, estavam esgotados desde o mês de abril.

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No dia 11 desse mês, a organização do evento voltou a colocar um lote extra à venda, mas em minutos tudo foi vendido, deixando tristes os fãs da música, que aguardam com ansiedade cada edição do festival. 

Cada ingresso custou cerca de R$ 350. Estudantes, pessoas com menos de 21 anos e acima dos 65 pagaram metade deste valor, cerca de R$ 175. Na internet, entretanto, no geral, essas cifras sobem mais 20%, chegando a R$ 450. É possível achar, no entanto, quem esteja tentando vender os ingressos por R$ 1000. Que bolada, não? A organização do Rock in Rio diz em seu site que não pode se responsabilizar por esse tipo de prática.  #Televisão #Música