Um homem de 46 anos foi preso pela Polícia Federal em Araruama, município da região dos Lagos, Rio de Janeiro, acusado de ser um dos responsáveis pelo desvio de cerca de R$ 1,5 milhão de recursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com a PF, fraudes eram praticadas em benefícios de pensão por morte.

Divulgada nesta segunda-feita, dia 28, a prisão ocorreu no sábado, dia 26, em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pela primeira Vara Federal de Macaé. Segundo a PF, desde 2007, o homem recebia uma pensão mensal por morte no valor de R$ 4.663,75. Devido a tanto desvio, muitas pessoas ficam sem receber o INSS e a greve continua, um período de duração superior a 70 dias. 

Para conseguir a pensão, ele usou informações de contribuições fictícias e um atestado falso indicando a morte de sua companheira.

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A mulher estava em casa no momento em que os agentes realizaram a operação. Investigações também indicaram que outras cinco pessoas estavam envolvidas no esquema.

A PF informou ainda que o preso responde judicialmente por outras fraudes e que estava foragido com mandado de prisão  preventiva, decretado pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. A greve está prejudicando toda a população brasileira, mas enquanto continuar a corrupção dentro do órgão, os atendimentos tendem a ser mais ineficientes.

Durante a operação, os agentes encontraram um revólver calibre 38, não registrado, provocando a autuação em flagrante do homem por posse ilegal de arma de fogo. Ele e a mulher foram levados à delegacia e indiciados pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, falsificação de documento público, além de estelionato. As penas podem chegar a 15 anos de prisão.

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A mulher estava em casa no momento que os agentes realizaram a operação. As investigações também indicaram que outras cinco pessoas estão envolvidas no esquema. Divulgada nesta segunda-feira, dia 28, a prisão ocorreu no sábado, dia 26, em cumprimento ao mandado de busca e apreensão expedido pela 1ª Vara Federal de Macaé. #Crime #Blasting News Brasil #Casos de polícia