Em junho deste ano, a aposentada Alaíde Machado da Silva Almamwy, que estava almoçando no Barra Shopping, situado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, ao lado do marido, Nagi Almawy, fez uma visita à loja C&A, localizada dentro deste mesmo shopping, e criou uma polêmica em torno de um assalto, afirmando que foi roubada dentro da loja por um rapaz e duas mulheres, que estavam armados no momento da abordagem. Em depoimento à polícia, ela contou que perdeu a sua carteira, mas que os bandidos não levaram o seu celular, pois o aparelho estava em uma parte externa da sua bolsa e não foi localizado por eles.

Na ocasião, Alaíde relatou a ação dos bandidos em detalhes, alegando que foi obrigada a abrir a sua bolsa dentro da loja C&A e repassar a carteira, que continha cartões, documentos e fotos, embora não houvesse dinheiro vivo.

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Quase quatro meses depois, a polícia do Rio de Janeiro descobriu que a senhora, de 69 anos, mentiu sobre esse assalto, que nunca aconteceu. A investigação foi concluída, apontando essa conclusão, e a aposentada terá que indenizar a loja C&A em quatro salários mínimos por falsa comunicação de #Crime.

Sobre o caso

Em junho deste ano, Alaíde Machado da Silva Almamwy deu queixa na 16ª DP, localizada na Barra da Tijuca, para comunicar um suposto assalto ocorrido dentro do Barra Shopping, mais precisamente no interior da loja C&A. A polícia registrou a queixa e começou a investigá-la como furto e não como roubo, tendo em vista que os funcionários da loja não viram nenhuma ação suspeita e a C&A do Barra Shopping não possui câmeras em seu interior.

Os responsáveis pela loja se desculparam publicamente, através de nota de imprensa, sobre o ocorrido, colocando A C&A à disposição das investigações. Em entrevista, a senhora aposentada, nervosa, chegou a declarar que não se sentia mais segura para sair de casa e que os responsáveis pela loja sequer telefonaram para ela, assim como os responsáveis pelo shopping, que deveriam encontrar os seus documentos.

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#Moda #Casos de polícia