Moradores do bairro de São Cristóvão no Rio ficaram apavorados com as fortes explosões nessa madrugada de segunda-feira (19), causando a destruição e o desabamento de 40 imóveis e pelo menos oito feridos no local.

As pessoas feridas foram encontradas debaixo dos escombros pelo Corpo de Bombeiros que estavam no local da ocorrência. Os bombeiros afirmam ter ouvido o barulho da explosão do próprio quartel que trabalham, no bairro Benfica a 2 km de distancia.

As vitimas foram encaminhadas ao hospital Sousa Aguiar, no centro da cidade, entre as vitimas uma criança e dois idosos feridos, ainda se encontram hospitalizados.

A explosão ocorreu por conta de um vazamento de gás em uma pizzaria, que armazenavam gás em granel nos fundos do estabelecimento.

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A afirmação é  do subsecretário de Defesa Civil, Márcio Motta.

O Centro de Operação da Prefeitura do Rio interditou a Rua São Luiz Gonzaga e Avenida do Exército para ajudar os bombeiros no trabalho de busca pelas vítimas e no combate a novos focos de incêndio no local.

A explosão levou muitos moradores a deixarem suas casas, temendo mais explosão e desabamentos no local, mas não há risco de novas explosões, pois a ligação de gás da rua foi desligada no local.

Relatos de sobreviventes

“A explosão parecia um ciclone como teve em Santa Catarina”, “tudo destruído”, disse Fernanda Marques, uma comerciante local.  

Iranildo, um morador, afirma ter visto o teto desabar sobre ele e sua família: "a explosão foi muito grande, temos sorte de estarmos com vidas".

"Acordei com um estrondo assustador, quando olhei o teto desabou e não sabia o que estava acontecendo, só procurei pelos meus filhos.

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Graças a Deus estamos bem. Parecia um terremoto, tudo caindo em cima da gente, foi muita correria e muito pânico, os vizinhos estavam gritando por socorro. Foi horrível", declarou outra moradora sobrevivente.

"Foi tudo muito assustador, a destruição no local, pessoas gritando pedindo socorro, muito terror, fumaça por todo lado e tudo caindo, tamanha foi a gravidade da explosão no local", afirmou outro morador. #Governo #Crime #Casos de polícia