A Prefeitura do Rio dará início ao processo de municipalização do #Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, nesta segunda-feira, 11 de janeiro. Às 8h, os secretários municipais de Coordenação de Governo, Pedro Paulo, e de Saúde, Daniel Soranz, participarão de uma reunião com representantes do hospital e profissionais da Secretaria Municipal da Saúde para a elaboração do primeiro diagnóstico da unidade, da mesma forma como foi feito com o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na última semana.

De acordo com o Governo do Estado, o Rocha Faria realiza atendimentos de urgência, emergência e ambulatório. Ele conta ainda com 300 leitos, sendo 87 da maternidade e realiza cerca de 10 mil atendimentos por mês de Urgência/Emergência em Cirurgia Geral, Clínica Médica, Ortopedia, Pediatria e Maternidade (UTI Adulto / Neonatal).

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O hospital Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste da cidade, passou a ser gerenciado pela Prefeitura do Rio na última quinta-feira, 7 de janeiro. O local disponibiliza 440 leitos e realiza cerca de 10.500 atendimentos por mês de Urgência/Emergência em Clínica Médica, Cirurgia Geral, Ortopedia, Pediatria e Maternidade (UTI Adulto / Pediátrico / Neonatal). Em 2015, foi responsável por 16 mil internações.

Em entrevista ao site da Prefeitura do Rio, o secretário executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo, garantiu que não haverá qualquer interrupção no atendimento durante esse processo: "Por ser um período de transição, é necessário identificar a situação atual sem qualquer interrupção do atendimento da população. Não há qualquer tipo de medidas de intervenção, a ideia é que a mudança administrativa para a prefeitura aconteça de forma integrada com a rede de saúde do entorno dos hospitais, como as clínicas da família e as UPAs, com muito diálogo e tranquilidade, para que a população não seja prejudicada". 

A iniciativa da prefeitura valoriza o fato de que a Zona Oeste representa a metade do território da Cidade.

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A reestruturação da Rede de Saúde do Município teve início com a expansão da atenção primária, notadamente com a criação das Clínicas da Família, possuindo hoje a sua maior rede. Considera também que, até dezembro de 2008, o Município não possuía nenhuma unidade hospitalar de grande porte na Zona Oeste. #Crise #Rio2016