Com a #Crise econômica e financeira que se alastrou pelo país, Estado do Rio de Janeiro vem sofrido graves consequências em todos os ramos e atividades profissionais. Até mesmo os servidores públicos do Estado estão "pagando o pato" por conta das andanças da economia nacional. Após a saída do secretário de saúde, Felipe Peixoto (PDT) para se preparar para a eleição municipal em Niterói (RJ), cidade vizinha, o governador pode estar ainda mais enrolado do que parece.

Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, escreveu em seu blog de que um dos secretários de Pezão declarou o seguinte para ele:

"Se não houver uma ajuda federal ou moratória da dívida, não teremos recursos."

Dessa forma, os pagamentos para fevereiro dos funcionários públicos pode atrasar.

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Vale lembrar que Pezão pagou o 13º mediante um acordo de empréstimo bancário consignado (com juros) em bancos privados.

Governador vai investir menos em segurança, mas cidades já pedem mais efetivo

Em um evento oficial para posse do comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Duarte do Santos, na última semana de 2015, o governador falou com os jornalistas de que estava otimista para 2016.

"O ano não será tão difícil", prometeu.

Na ocasião, ele disse que iria adaptar os recursos que recebesse. Além disso, Pezão esclareceu que recebeu muito pouco para quantidade de serviços que o Estado presta.

"Nossa rede vai ter o tamanho do que for compactuado com as prefeituras e governo federal", garantiu.

A fala do governador se referia à Saúde. Também em 2016 será necessário fazer cortes na segurança, área com maior orçamento até o momento.

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Contudo, a violência em municípios menores tem crescido.

Em Maricá, por exemplo, o prefeito Washigton Quaquá (PT) disse em entrevista para jornalistas que "não há dúvidas de que existem forças que atuam no governo - não creio que seja o Pezão - que atrapalham. Por exemplo, a UPA deve R$ 5,3 milhão à Maricá".

A cidade da região metropolitana teve que assumir a Saúde no município porque o governo parou de oferecer o serviço essencial.

Quaquá também reclamou que há descaso com a segurança da população.

“O contingente de policiais é ridículo. Qualquer favela no Rio de Janeiro com UPP tem mais contingente de policiais do que Maricá. Não há dúvida de que temos sofrido interferências junto ao governo do estado para prejudicar a cidade. Não temos dúvidas”. #Rio2016 #Crise no Brasil