Carlos Alexandre Hassum Moreira, irmão do humorista Leandro Hassum foi parar atrás das grades neste sábado, 13. Ele é acusado de vender ingressos para camarotes luxosos do Carnaval do Rio de Janeiro. Antenor Lopes Martins, delegado da Delegacia de Combate às Drogas, disse em entrevista ao G1, que o irmão do comediante da Globo usava uma identidade falsa, passando-se por um gerente de uma empresa de turismo. Ele simplesmente revendeu os ingressos para os desfiles no Sambódromo, mas não pagou aos responsáveis pelos camarotes. 

O delegado disse que o golpe era engenhoso. Hassum teria comprado dez ingressos no camarote conhecido como 'Folia Tropical'.

Publicidade
Publicidade

O valor da compra foi de R$ 20 mil. Neste sábado, Carlos Alexandre fez mais pedidos para comprar ingressos. A polícia estima que o prejuízo da empresa responsável pelo 'Folia Tropical' chega a R$ 70 mil. Para enganar a empresa, a polícia disse que Carlos fez um esquema em que até um e-mail falso foi criado. A partir de mensagens da internet, ele se passava pelo agente de uma grande empresa de turismo. 

Carlos dizia que pagaria a fatura depois de receber os ingressos, o que nunca aconteceu. Mesmo não pagando, novos ingressos iam sendo solicitados, mas nunca eram pagos. A prisão de Hassum aconteceu no bairro do Recreio do Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com agentes policiais, o falso agente de turismo será indiciado por estelionato. 

De acordo com funcionários da Cidade da polícia, o homem teria antecedentes criminais, justamente pelo #Crime em que foi preso, o estelionato.

Publicidade

Além disso, Carlos teria exercido no passado a medicina de forma ilegal. A polícia disse ainda que alguns dos ingressos para os camarotes chegaram a ser vendidos, mas não informou se a empresa aceitará a entrada dessas pessoas no desfile das campeãs. 

Além de Hassum, um homem de 25 anos, administrador de empresas, seria usado como "mula" durante o esquema. Ele teria ajudado nas investigações. O G1 não informou se o homem, que não teve o nome identificado também seria indiciado. #Justiça #É Manchete!