O governo Federal aprovou crédito de R$3,5 bi para o Estado do Rio de Janeiro, que será usado para diminuir as dívidas do Rioprevidência, que já somam R$12 Bilhões.

Este dinheiro é um adiantamento sobre o royalty de petróleo no RJ, e a primeira parcela de R$1 bi será depositado nas contas do Estado, amanhã.

O governador do Rio, Pezão comemorou a ajuda financeira, cedida pela presidente #Dilma Rousseff, e os deputados irão votar hoje na Assembleia Legislativa, em regime de urgência, a liberação do crédito aos cofres públicos do Estado.

A folha de pagamento dos 250 mil aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro gira em torno de R$950 milhões, e a primeira parcela da ajuda será usado para quitar esse montante.

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Na ultima terça-feira 02, manifestantes representando os servidores públicos do estado do Rio, superlotaram as cadeiras na (Alerj), protestando contra as medidas apresentadas pelo Governado Pezão, uma reforma na arrecadação Previdenciária do Estado, onde o desconto em folha passaria de 11% para 14%, uma maneira para desafogar as contas com previdência.

A administração do Governador, Pezão vem sendo questionada por várias frentes sindicais, que alegam falta de gestão sobre as finanças do Estado do Rio de Janeiro.

 Segundo a diretora do Sindicato Estadual de Servidores do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, Susana Gutierrez, as verbas estão sendo usadas de maneira desproporcional, ou seja, tem dinheiro para pagar as obras, mas não tem dinheiro para os funcionários públicos, ressaltou ela.

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Os setores que representam a saúde do Rio de Janeiro, também reivindicam mais dinheiro para esta área, já que, vários hospitais do Estado estão endividados ou passando por muitas dificuldades em atender a demanda de pacientes.

O estado do Rio de Janeiro vem sofrendo com a baixa dos preços do petróleo no Mundo, e consequência disso, é a queda do valor dos royalties pago pelo governo federal. O setor petrolífero representa 30% do (Produto Interno Bruto) do Estado do Rio de Janeiro, e o apoio do Estado a esse setor, seria uma saída para aumentar a arrecadação dos cofres, segundo presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira. #Petrobras #Rio2016