Nesta manhã de terça-feira, (12), o deputado Flávio Bolsonaro (PSC-Rj) participou de uma troca de tiros com uns meliantes que estavam tentando roubar uma pessoa próxima ao carro dele. Ao perceber o assalto, o segurança, que estava do lado do passageiro no carro de Flávio, e que é policial militar, desceu do veículo de Bolsonaro para render o meliante, quando o assaltante sacou uma arma para responder com tiros. Foi nesse momento que o deputado reagiu. “Foi um susto”, afirmou.

“Vimos um assalto no carro ao lado e meu segurança, que é policial militar, saiu do carro para rendê-lo quando o assaltante pegou a arma [...]”, conta o deputado, que ainda explica que o meliante atirou e acertou seis tiros em seu carro, mas ele reagiu.

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Apesar da troca de tiros, Bolsonaro e o seu segurança não tiveram nenhum ferimento. No entanto, ele confirma que teria ferido um dos assaltantes.

Após a ocorrência, Flávio Bolsonaro e o seu segurança partiram para a 16ª DP (Barra) para registrar o Boletim de Ocorrência sobre o caso. O parlamentar conta em entrevista que possui porte de arma e a mesma está regulamentada. Segundo ele, o deputado cumpre com todos os requisitos que são necessários para se ter um porte de arma e, principalmente, mantê-lo autorizado. Ele conta que não é policial.

Flávio Bolsonaro reclama que a situação naquela região onde ele foi assaltado é difícil, isso porque há poucas viaturas para fazer ronda por ali. “O delegado me falou que só não poderia mandar uma viatura agora ao local porque só tem três viaturas [...]”, disse o parlamentar.

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Segundo ele, todas elas estavam sendo utilizadas no momento em que ele ligou para solicita-las. Flávio diz que, em conversa, acabou sabendo que a Polícia Militar tem apenas seis motos aptas para serem utilizadas em toda a área do 31º BPM (Recreio).

De acordo com Bolsonaro, essa é uma área muito grande e que precisa de um maior patrulhamento da Polícia Militar. Ele conta que situações como essa poderiam ser ‘inibidas’ caso houvesse um maior patrulhamento nessa área.

O detalhe fica por conta de que Flávio Bolsonaro é um dos deputados que mais criticam as restrições ao porte de armas na Alerj, ele diz que tal sistema é ‘praticamente impeditivo’ de alguém portar uma arma para se defender. #Crime #Casos de polícia