Neste domingo (8), a polícia do Rio de Janeiro prendeu os suspeitos de terem atirado na jovem Ana Beatriz Frade, de 17 anos, que estava indo com seu padrasto para o Aeroporto Internacional Tom Jobim, buscar sua mãe, quando foram abordados pelos criminosos, na linha amarela, Dom Castilho, na Zona Norte da cidade.

O carro em que estava a jovem foi alvo de disparos de arma de fogo, no último sábado (7),  atingindo Ana Beatriz, que não resistiu aos ferimentos e veio a falecer no local.

Douglas Paiva Santos de 18 anos e mais dois jovens de 17 anos foram pegos pela polícia, eles são suspeitos de terem provocado o arrastão na Zona Norte do Rio, que culminou com a morte da estudante.

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A morte de Ana Beatriz Frade, após ser baleada no Rio de Janeiro, causou revolta e indignação pelos moradores da cidade, que não aguentam mais tanta #Violência e falta de segurança.

O caso de Ana Beatriz mexeu com todos, já que a bela jovem de 17 anos é mais uma vítima da crueldade dos criminosos.

Segundo o Delegado da Delegacia de homicídio da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, o disparo de arma de fogo pelos criminosos foi incentivado quando o padrasto da jovem tentou furar o bloqueio feito por eles. Ao tentar desviar, do bloqueio, um dos assaltantes atirou covardemente no carro, quando uma bala acertou a jovem que estava sentada no banco do carona.

O caso poderia ainda ter um final mais trágico, já que no banco traseiro estava um bebê, que saiu ileso do assalto.

O padrasto de Ana Beatriz, após os disparos andou cerca de 500 metros para pedir ajuda, quando dois policiais vieram socorrê-lo. 

Os ladrões, após fazerem o disparo e matar Ana Beatriz Frade, fugiram do local em um carro roubado de uma policial, que já havia deixado o veículo.

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Dentro do automóvel havia armas. A policial que teve seu carro roubado contribuiu com as investigações, detalhando a fisionomia dos assaltantes, que foram pegos no dia seguinte.

Os criminosos foram pegos na comunidade Fernão Cardim, em Pilares, Zona Norte do Rio, e irão responder na justiça pelo #Crime de associação criminosa. #Casos de polícia