Raul Jungman, novo ministro da Defesa do Brasil, afirmou que a preocupação inicial do seu Ministério é exatamente com a questão que envolve tudo acerca dos Jogos Olímpicos da cidade do Rio de Janeiro, que já estão batendo à porta e começam no dia 5 de agosto do corrente ano. De acordo com o ministro, o seu ministério fará tudo o que for possível para agilizar as questões envolvendo o evento e, inclusive, já foi marcada uma reunião para que seja feito um relatório e o mesmo possa ser enviado para o presidente interino, Michel Temer.

“Precisamos ter estabilidade para liberação de recursos para os projetos estratégicos. – disse Jungman em entrevista – "Precisamos ter um horizonte para a área de defesa.

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Não podermos ficar ao sabor das mudanças de conjuntura da economia”, disse. O ministro entende que o país, atualmente, enfrenta uma crise que se generaliza para praticamente todas as áreas do governo. No entanto, ele garante que vai correr atrás dos recursos necessários e permanentes com o objetivo de investi-los nos projetos estratégicos.

Para que esses planos estratégicos sejam, de fato, executados a longo prazo, Jungman marcou uma reunião com Romero Jucá, o novo ministro do Planejamento do Governo Federal, no intuito de elencar as demandas e prioridades de seu Ministério, principalmente, no pedido de liberação de uma quantia de R$ 400 milhões a R$ 500 milhões, objetivando assegurar os planos que o próprio ministro havia divulgado.

O novo ministro também comentou que, de fato, a cidade do Rio de Janeiro se encontra, nesse momento, em uma situação ‘delicada’, em termos de segurança pública e violência.

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E isso, de acordo com Jungman, pode contribuir para que os Jogos Olímpicos não sejam desenvolvidos da forma que todos os organizadores desejam.

Outra situação perigosa para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, segundo o ministro, tem a ver com a questão do terrorismo. No entanto, Jungman afirmou que essa situação não vai afetar o evento, no Brasil, porque, segundo ele, o Brasil não se encontra, atualmente, em uma posição de risco, com relação a atentados terroristas. “Felizmente, o Brasil não está em área de risco.”, explicou. #Rio2016