A tocha olímpica continua rodando o Brasil. Estamos a 72 dias do início das olimpíadas e brasileiros e estrangeiros estão preocupados com a violência que cerca o Rio de Janeiro. A criminalidade é um dos maiores riscos existentes para época dos jogos, e, pensando nisso, muitos estão desistindo de ir prestigiar o evento.

O Instituto de Segurança Pública publicou, no dia 19 de maio, os Índices Criminais e Administrativos de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, sendo os dados referentes ao mês de abril de 2016. É assustador o crescente número de homicídios dolosos, aqueles com intenção de matar. Entre os meses de janeiro a abril, comparado com os dados de 2015, houve um aumento de 15,4% dos casos.

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Segundo o Instituto de Segurança Pública, houve um aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2015 (janeiro a abril) nas taxas de letalidade violenta, que inclui a soma dos casos de  homicídios dolosos, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e homicídios oriundos de oposição à intervenção policial. Além disso, os roubos nas ruas também aumentaram, em comparação com 2015, houve aumento de 23,7%. Nesse índice são somados os roubos de aparelho celular, roubos a pedestres, e roubo em transporte coletivo. 

Diante desse cenário caótico e até de conselhos de celebridades, muitos estrangeiros estão deixando de lado o sonho de conhecer o Brasil. O jogador de futebol Rivaldo foi um dos que aconselharam os estrangeiros a ficarem em seu próprio país, porque, aqui no Brasil, estariam correndo risco de morte.

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Ele enfatizou que as coisas no país-sede das olimpíadas 2016 estão cada vez piores.

Portanto, quem deseja assistir aos jogos olímpicos deve pensar se vale a pena, porque a situação não está das melhores no Brasil. Há riscos de manifestações violentas, doenças e a criminalidade só vem aumentando. Além disso, infelizmente, o Brasil recebeu ameaças terroristas de um membro ligado aos extremistas do Estado Islâmico.                                                                                                                #Rio2016 #Resenha Esportiva #Crise econômica