Leonardo Boff é escritor, teólogo e um dos maiores defensores do governo de Dilma na atualidade. O petista já participou de eventos contra o impeachment e nesse sábado protagonizou um momento polêmico: fez uma publicação no Twitter em que sugere aos manifestantes pró-Dilma que comprem "bolinhas de gude" para jogarem no chão e fazer a cavalaria da PM cair.

Segundo o catarinense, os cavalos não devem ser usados como uma forma da Polícia Militar de qualquer estado oprimir os manifestantes da esquerda. Em sua defesa, disse até que considera os cavalos como "irmãos".

Em pouco tempo o assunto começou a repercutir, inclusive entre pessoas que não são seguidoras do escritor.

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Várias criticas surgiram e a postagem foi divulgada em grupos e páginas de apoio às policias do Brasil, gerando repúdio entre os membros e seguidores dessas plataformas digitais.

O político não se desculpou, nem tentou demonstrar que foi mal interpretado. Boff atualmente mora no Rio de Janeiro e frequentemente realiza palestras e viagens pelo mundo.

Sugestão de Boff é um perigo com a convocação de Dilma

No mesmo dia em que foi afastada da presidência da república, Dilma Rousseff, usou as redes sociais para convocar os militantes do partido dos trabalhadores para irem às ruas protestarem contra o impeachment. A presidente insiste em dizer que foi vitima de um golpe e busca apoio dos esquerdistas para reverter a sua situação política.

Com a convocação de Dilma e a incitação de Boff, que tem grande influência na esquerda brasileira, os cuidados em manifestações devem se tornar redobrados, pois se as iminentes manifestações convocadas pela presidente afastada aderirem à violência contra a cavalaria da PM, os protestos tendem a se tornar um grande confronto com muita gente detida por desacato e lesão corporal.

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Hostilização

Na segunda-feira, 9, um grupo de alunos da esquerda decidiram hostilizar e agredir um outro aluno da UFC que se apresentou ao campus trajando uma camiseta com a foto de Jair Bolsonaro. O deputado federal votou à favor do impeachment de Dilma e é um dos parlamentares que a esquerda mais repudia devido seu posicionamento firme contra o comunismo, os direitos humanos para bandidos e a política de cotas.

Após as agressões e repercussão do caso, o estudante, que também é inspetor da Policia Civil do Ceará, recebeu apoio de dezenas e alunos e do próprio deputado Jair Bolsonaro.

Ainda na linha de hostilizações partindo da esquerda, a GCM de BH precisou escoltar um repórter e um cinegrafista da TV Globo devido os manifestantes pró-Dilma os hostilizarem e os expulsarem de um protesto contra Michel Temer nesse domingo, 15. #PT #Viral #Crise-de-governo