A violência no Rio de Janeiro tem que ser controlada para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Em entrevista dada ao portal G1, o tenente-coronel Luciano Carvalho de Souza confirmou que há a possibilidade de ocupar regiões mais violentas durante o período dos jogos.

Ele, que é superintendente de grandes eventos na Secretaria de Segurança Pública (Seseg),disse que não é nada certo ainda, mas a tomada de territórios já foi cogitada. Um mapeamento dos possíveis locais já foi feito, mas não foi divulgado por ele.

Ele contou que no mapa feito estão os locais que podem se tornar problema durante o evento, mas não necessariamente a solução é a ocupação.

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Uma equipe de pronto emprego também pode ser colocada no local para o controle da violência. A intenção é realizar algo semelhante à Copa do Mundo, que foi um sucesso.

Esta não é a primeira vez que a ocupação de algumas áreas pode ser feita durante eventos de esportes. Nos Jogos Pan-Americanos a região das Linha Amarela e Linha Vermelha teve a ocupação temporária.

 A tentativa é a de impedir que facções criminosas interfiram no andamento dos Jogos Olímpicos, mas este mapa pode não sair do planejamento. Os policiais não receberam o bônus ao qual têm direito, o que pode fazer com que a diminuição do contingente aconteça. 

Jogos Olímpicos

As Olimpíadas Rio 2016 começam no dia 5 de agosto. Além do Rio de Janeiro, outras cidades receberão alguns jogos de futebol. As demais modalidades serão todas realizadas na capital carioca.

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Estima-se que mais de 500 mil pessoas cheguem ao Rio de Janeiro na época dos Jogos, vindas dos mais variados locais do mundo. Embora a cidade esteja com várias obras prontas, a segurança ainda é algo que preocupa os visitantes.

Além disso, há um outro problema espalhado pelo Brasil que pode fazer com que grávidas não venham para o evento: o vírus Zika. A Organização Mundial de Saúde já alertou e orientou as grávidas a não participarem dos jogos Rio 2016. Eles lembraram que no inverno o risco é menor, pela proliferação do mosquito diminuir, mas que ainda existe.  #Governo #Crime #Rio2016