Ainda que muitos acreditem que a América Latina não é alvo do terrorismo do Estado islâmico, Al-Qaeda e cia, as autoridades já identificaram pelo menos trinta pessoas ligadas ao extremismo islâmico.

Recrutador brasileiro

Uma delas é Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili, um brasileiro que foi recrutado pelo americano Abu Khalid Al-­Amriki, e que por sua vez foi morto na Síria. Seu discípulo, Al-Brazili, promete vingá-lo. Esse homem é o responsável pelo canal do ISIS em português, lançado recentemente no país.

Ismail realiza traduções das propagandas e conteúdos de ódio das crenças radicias para o português. O homem também convida jovens brasileiros para se alistarem ao exército do jihad e oferece meios de contato 'seguros'.

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Os nomes usados pelos terroristas, na maior parte dos casos são criados como regra do EI, que lhes dão nomes de guerra.

Terrorista indiciado

Outro possível terrorista identificado pela Polícia Federal é o catarinense Ibrahim Chaiboun Darwiche, indiciado por incitação ao crime, preconceito religioso e pela lei da segurança nacional. Ibrahim teria passado uma temporada na Síria, em território dominado pelo ISIS e ao retornar, começou a dedicar as madrugadas para treinamentos com armas pesadas.

O indiciado nega as acusações, mas a polícia monitorou suas atividades antes de indiciá-lo e agora passou à vigiá-lo 24h por dia com uma tornozeleira eletrônica.

Outros casos de envolvimento com o #Terrorismo no Brasil

Outras pessoas com perfis não divulgados pelas autoridades do país são monitoradas diariamente pela ABIN e divisão antiterror da Polícia Federal, a fim de conhecer as atividades dos suspeitos e evitar eventuais ataques no país, sobretudo nos dias em que ocorrerá as Olimpíadas do Rio.

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Durante o evento, milhares de pessoas de diferentes partes do mundo estarão no país para assistir aos jogos, dentre eles políticos como presidentes, primeiro ministros e demais representantes internacionais, além de celebridades.

Milhares de policiais e agentes das forças armadas foram escalados para fazer a segurança das Olimpíadas, mas isso não impede que o país receba ou tenha terroristas internamente, além daqueles que estão sob vigia ininterrupta das autoridades.

Nos últimos dias, inclusive, foi divulgado que um ex-membro da Al-Qaeda entrou no Brasil junto aos refugiados e que vive atualmente no sul do país. Ainda que tudo corra bem durante as Olimpíadas, o que se espera é que as ações contra o terrorismo continuem após os jogos, pois ao contrário do os incrédulos pensam, quando o EI afirma em vídeos que quer dominar o mundo e implantar um califado mundial nos próximos 15 anos, significa que o Brasil e demais países da América Latina estão incluídos na palavra 'mundo'.

Será que o Brasil e nossos 'hermanos' latinos possuem preparo técnico e investimento financeiro suficiente para evitar atos terroristas no futuro?

Opine deixando um comentário abaixo dessa notícia. #Estado Islâmico #Rio2016