Dias atrás, aconteceram muitas boas  notícias que mobilizaram uma cadeia de eventos que, de forma direta, irá alterar toda o esquema no ramo de produção de combustíveis fósseis. Acontece que a ANP, que, por sua vez, é a instituição que administra e sanciona toda a atividade do petróleo no território nacional, flexibilizará novas regras que ajudará petrolíferas do exterior. Com isso, a Odebrecht ganhou na Justiça o direito de fazer parte de novos leiloamentos da #Petrobras novamente.

No dia 20 de julho de 2016, a  Agência Nacional do Petróleo validou que a entrada de uma regulação renovada de taxas para as petroleiras irá livra-las de multas referente à exploração e produção do óleo na nossa bacia, pois não existem  navios de suporte que demandam as prerrogativas sancionadas desde 2008.

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 A ANP diz ainda que essa flexibilidade contempla ainda 22 exigências de muitas outras petrolíferas que ainda estão alocadas e ativas nos campos de produção no nosso território nacional, sob a justificativa que não há provisores competitivos para um número reduzido de elementos, tornando caro os projetos, operacionalmente falando.

Vale acrescentar que as novas diretrizes da Petrobras não permitem que qualquer corporação que esteja na "lista negra" seja contratada. Sendo assim, logo após a liminar, a licitação foi suspensa. Se eventualmente a Petrobras desacatar essa resolução, a multa pode chegar a 10 milhões de reais, diz o desembargador Fernando Fernandy.

Odebrecht retomará atividades na área offshore e voltará a gerar oportunidades

Continuando sobre a última semana, o TJ do Rio de Janeiro permitiu que a Odebrecht retome o direito de voltar a participar dos leilões da Petrobrás.

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A corporação estava impedida de dar continuidades em seus empreendimentos no ramo da produção de petróleo devido aos escândalos de corrupção ligados a Lava Jato. Essa determinação atenderá o requirimento dela para exercer seu portfólio de serviços nas plataformas P-55 e P-62.

Será que o retorno dessa gigante seria um prelúdio de um recomeço positivo para o nosso país? #Desemprego #Crise econômica