Após quase um mês da #Morte da jornalista Priscila Teixeira de 25 anos, o caso continua inconclusivo para a polícia. Familiares e amigos seguem inconformados com a falta de respostas sobre o que realmente aconteceu com a jovem. Entenda o caso a seguir:

A jornalista da Inter TV, Priscila que desapareceu sexta-feira, 17 de junho, foi encontrada morta em um hotel em Cabo Frio – Região dos Lagos do Rio de Janeiro – no sábado à tarde, 18 de junho, porém a notícia de sua morte ganhou grande destaque na mídia, ao ser anunciada pela TV Globo na segunda-feira, 20 de junho.

Segundo informações colhidas com a Polícia Civil, que está cuidando do caso, o corpo dela foi encaminhado para o IML de Araruama e foi constatado que não havia sinais de violência sexual ou agressão física.

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A suspeita da perícia é de que a jovem jornalista tenha sido envenenada, no entanto, somente através de uma investigação mais profunda, poderão chegar ao que realmente aconteceu.

Priscila foi vista pela última vez na sexta-feira, 17 de junho, quando saiu do trabalho. A falta de notícias de seu paradeiro, fez com que familiares e amigos compartilhassem sua foto nas redes sociais em busca de qualquer informação, no sábado de manhã. Devido aos compartilhamentos e toda a mobilização, um funcionário do hotel reconheceu a mulher desaparecida e chamou a polícia, foi então que encontraram a jornalista já sem vida. Segundo um funcionário, a jovem entrou no estabelecimento na sexta-feira à noite desacompanhada, o que contribui para a suspeita de envenenamento.

O corpo foi levado para a cidade de Arraial do Cabo-RJ, onde foi velado na Primeira Igreja Batista e ocorreu o sepultamento na manhã de domingo, 19 de junho, no cemitério municipal.

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A jovem de 25 anos começou como estagiária na emissora de TV Inter TV – filiada da Rede Globo, da Região de Cabo Frio-RJ – no ano de 2012 e através de seu trabalho, acabou sendo contratada no ano de 2014 pela filial, como produtora de jornalismo, além disso, Priscila ajudava no desenvolvimento de um jornal volvido para a população de Macaé-RJ. E ainda, no ano de 2013, Priscila foi estagiária do Portal G1 de notícias. #Crime #Casos de polícia