Essa semana mais um #Crime tornou-se destaque dos principais meios de comunicação: uma mulher foi assaltada no Rio, mas ao dizer para o assaltante que não tinha dinheiro, o meliante desferiu duas facadas em seu pescoço, fazendo-a agonizar até o iminente óbito, na frente da filha de sete anos.

A noite do crime

Cristiane de Souza Andrade decidiu ir com a filha em um supermercado próximo da sua residência para comprar alguns mantimentos. Era início da noite e a moça foi abordada por um criminoso que queria dinheiro. Ela disse que não tinha o dinheiro exigido e ele sacou uma faca. Para tentar evitar o crime, segundo testemunhas, a vítima teria pedido para o criminoso não fazer aquilo (esfaqueá-la), pois o conhecia.

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O homem então a esfaqueou no pescoço e correu em direção a favela de Estácio. A criança, de apenas sete anos, viu tudo e tentou acudir a mãe, gritando por ajuda. Um vídeo, feito por um taxista que prestou socorro à vítima, mostra a criança chamando o criminoso pelo nome e chorando, pedindo que a mãe não morresse. As imagens da menina ensanguentada e em desespero repercutiram de forma viral nas redes sociais.

O dia após o crime

Apesar da grande repercussão nacional, somente dezoito horas após o assassinato é que a Divisão de Homicídios da Capital carioca assumiu as investigações. O delegado responsável alega que não segue apenas uma linha de investigação, pois, segundo ele, há contradições no depoimento das testemunhas. As autoridades trabalham com a hipótese de latrocínio e de assassinato por outro motivo desconhecido, devido a vítima conhecer o criminoso.

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A reação da comunidade e da família da vítima

Descrentes da justiça, um grupo de pessoas da região onde ocorreu o crime juntam informações sobre o meliante que ceifou a vida de Cristiane. Indignados com a #Violência no bairro, eles não descartam fazer justiça com as próprias mãos. Algumas pessoas pensaram em fazer um protesto nas ruas, mas foram convencidas pela maioria dos moradores que protesto não resolveria o problema vivido. #Casos de polícia