A adolescente Larissa Nunes Cardoso, de 14 anos, foi assassinada no dia 25 de junho, em Campos dos Goytacazes, no interior do estado do Rio de Janeiro. A jovem foi executada com tiros na cabeça.

Nesta terça-feira (05), foram presos três suspeitos de terem cometido o #Crime, entre eles dois menores.

A Polícia Civil e a Polícia Militar deteram, na Comunidade do Sapo I, no Novo Eldorado, Guarus, um homem de 19 anos, cuja as iniciais são W.S.P., seu irmão, R.J.S.S, de 17 anos juntamente com sua esposa, J.A.S., também de 17 anos.

A Polícia está apurando se o crime foi passional, pois existe suspeita de que o fato tenha sido motivado por ciúmes.

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A menor J.A.S. estaria desconfiada que seu marido, R.J.S.S., estaria tendo um caso com Larissa.

A adolescente J.A.S encontra-se à disposição da justiça e teve mandado de apreensão expedido. Segundo o delegado titular da 146ª DP, Luis Maurício Armond, não serão passadas maiores informações sobre a motivação do crime para que a divulgação não venha atrapalhar a elucidação do caso.

Os suspeitos foram encaminhados para a 146ª DP/Guarus, onde o crime está sendo investigado para prestarem depoimentos.

O Crime

A polícia recebeu uma denúncia através do 190 informando a localização do corpo da vítima. Uma guarnição foi designada ao local e acabou encontrando o corpo de Larissa às margens de uma pista, conhecida como “Pistão da Codin”, em Guarus, por volta das 8h30min da manhã do sábado. 

A jovem, que estava trajando uma bermuda jeans e blusa cor de rosa, foi encontrada de bruços, com pés e mãos amarrados por um tecido, amordaçada e com pelo menos 5 tiros na cabeça. 

Ao lado o corpo, a polícia encontrou um projétil de arma de fogo de calibre 38.

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Policiais informaram que o crime provavelmente teria ocorrido durante a madrugada. 

Peritos do Posto Regional de Polícia Técnica-Científica (PRPTC) que estiveram no local, relataram que não existem marcas de torturas e estupro no corpo da vítima. 

O corpo foi liberado e removido pelo corpo de bombeiros para o Instituto Médico Legal (IML), em Campos, onde na manhã do domingo (26), a avó de Larissa esteve para realizar o reconhecimento do corpo. #Casos de polícia