No início de 2016, a cidade de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, foi palco de um episódio de #Violência gratuita contra a mulher que foi motivo de revolta entre os moradores daquele município.

Em março, a jovem Michelle Ferreira Ventura, com 30 anos de idade, que trabalhava como diarista, foi internada após ter sido espancada por um homem, na Ilha da Conceição, parte integrante da Baía de Guanabara. 

De acordo com testemunhas que presenciaram a cena, Michelle teria reagido às cantadas de Leonardo Bretas V. Mendes que, irritado com as respostas, golpeou a vítima com pedaços de madeira e vários socos. 

O assédio já ocorria há meses, mas uma festa na comunidade da ilha foi o estopim para uma discussão em tom mais agressivo entre os dois.

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Leonardo teria levado Michelle à força para uma rua deserta para machucá-la. A princípio, ele só parou com as agressões por acreditar que a moça já estaria morta. 

Desde o dia 13 de março, data do crime, a jovem ficou internada no Hospital Azevedo Lima, em estado muito grave, onde foi submetida a cirurgias neurológicas, resultando em diversas sequelas. 

Michelle não suportou a profundidade dos ferimentos e das fraturas, principalmente no crânio, e acabou morrendo no último sábado, dia 23 de julho, deixando três filhos.

Leonardo foi indiciado pela #Morte da diarista e sua prisão preventiva foi decretada. Ele havia fugido para Minas Gerais após a agressão, mas ao retornar para o Rio acabou preso. A Polícia Civil informou que todos os detalhes da investigação foram encaminhados para a Justiça que conduzirá o processo.

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Não há informações sobre o andamento do julgamento

Na internet, a maioria dos comentários sobre o caso pede prisão perpétua e até mesmo pena de morte (não prevista na legislação brasileira) para Leonardo. A mãe de Michelle se mostrou inconformada com a situação. "Minha filha era uma pessoa alegre e que adorava festas. Era brincalhona, sempre brincava com todos. Era uma boa garota com três filhos para cuidar.", lamentou. 

#Casos de polícia