O Uber chegou ao Brasil como uma alternativa para o transporte de passageiros, um concorrente para os taxistas. Com uma tarifa mais barata e um serviço de alto padrão, o Uber surpreende todos os clientes pela prestação do serviço.

Entretanto, sempre existe uma exceção. A última denúncia sobre o Uber está relacionada sobre uma conduta de um dos motoristas. De acordo com o site "Extra Globo",  a musicista Eliza Schinner confirmou ter sido vítima de intolerância religiosa ao solicitar o serviço de transporte do Uber e ser expulsa por não querer ouvir música evangélica.

Vitíma de intolerância religiosa

A vítima pediu o transporte através do aplicativo, na madrugada de ontem (14).

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Ela estava na zona norte do Rio de Janeiro, onde o motorista foi ao encontro da cliente. Contudo, no meio do percusso, a vítima pediu para desligar a música evangélica. O motorista ficou nervoso, parou o carro e mandou a mulher sair, deixando-a sozinha na rua em plena madrugada, colocando em risco a segurança da passageira.

Eliza postou no Facebook a narrativa do fato em que, segundo afirmações, ela disse que o motorista se irritou quando ela comentou sobre sua opção religiosa. Ao dizer que era satanista, o funcionário do Uber a tirou do carro de forma agressiva. Para provar todo o acontecimento, a vítima fez uma gravação com o celular. O #Vídeo está disponível na internet e ao final desta matéria.

Uber

Este fato foi uma exceção do atendimento prestado pelo Uber, que geralmente presta um serviço de excelente qualidade.

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Com certeza, o Uber tomará as providências cabíveis neste caso para que isso não aconteça novamente. Este caso aconteceu e já tomou as redes sociais com comentários contra e a favor. A intolerância religiosa não é somente com uma determinada crença. É necessário respeitar todas as religiões para que a vida em sociedade possa seguir a normalidade.

Qual sua opinião sobre este caso? O motorista agiu certo em nome de Deus? A vítima tem razão em nome da liberdade religiosa? Deixe seu comentário!

#Religião #Crime