Durante os dias 5 e 21 de agosto, período em que aconteceram os jogos olímpicos no Rio de Janeiro, houve uma queda no número de assassinatos. Com milhares de militares nas ruas, o saldo final foi de 17 crimes fatais, dentre eles, quatro agentes de segurança estão entre as vítimas.

Crimes que marcaram as olimpíadas do Rio

Dentre as dezessete vítimas fatais da criminalidade no Rio de Janeiro durante os jogos olímpicos, estão a arquiteta Denise Ribeiro Dias, que foi vítima de latrocínio no centro do Rio. O #Crime aconteceu no dia da cerimônia de abertura da Rio 2016.

Dois dias depois, uma criança de dois anos de idade morreu após um carro roubado, dirigido por marginais, colidir com o veículo onde a criança estava.

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Devido â batida ter sido na parte traseira do automóvel, a criança, que estava no banco de trás, bateu a cabeça com força e não resistiu.

No dia 10 de agosto, uma viatura da #Força Nacional passava pelo acesso as favelas da Maré e foram alvejados. Os militares foram feridos, entretanto, apenas o motorista do veículo levou um tiro na cabeça. O soldado Hélio Vieira Andrade, chegou a passar por uma cirurgia de emergência, mas não resistiu ao grave ferimento. O agente veio de Roraima, especialmente, para atuar na segurança dos jogos olímpicos. Hélio deixou esposa e dois filhos, um adolescente e uma criança. No dia da morte de Hélio, o presidente da República, Michel Temer, decretou luto oficial.

No sábado, 20, penúltimo dia da Rio 2016, um policial militar e um outro homem foram encontrados mortos a tiros na Baixada Fluminense.

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A mulher do policial foi ferida e socorrida, estando fora de risco agora. No mesmo dia, um outro policial ficou ferido após um confronto com criminosos, no Caju.

No período dos jogos, um total de dezoito pessoas foram feridas por projéteis, mas estão fora de perigo. Os militares continuaram atuando no Rio de Janeiro em virtude das eleições. A confirmação da Força Nacional continuar no Rio após as #Olimpíadas foi publicada hoje, 23, no Diário Oficial da União.