No mês de julho, o governador do #Rio de Janeiro decretou estado de calamidade pública; segundo o que relatava o decreto o Estado do Rio de Janeiro estaria passando por uma “grave crise financeira”. Tenho em vista a segurança dos jogos olímpicos, o estado não poderia cumprir com seus compromissos. O que fez o governo federal intervir com uma ajuda bilionária para subsidiar o setor de segurança para que as Olimpíadas Rio 2016 não fosse prejudicada.

Desde então, o decreto permitiu o governador Francisco Dornelles emitir medidas de racionalização dos serviços públicos. Dornelles culpa a crise pela "baixa arrecadação", principalmente, a do ICMS, além dos royalties do petróleo.

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Nesse mês de agosto, o governo encontra-se com uma dívida de R$ 574 milhões somente em salário atrasados dos servidores. A Federação e Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Rio (Fasp) tem levado a causa para a justiça. Seu advogado afirma que o governo está deixando de pagar os que mais precisão. Os aposentados e pensionista como sempre são os mais afetados. O Supremo Tribunal Federal está em cima do governador Dornelles, a justiça solicitou a listagem dos servidores que não foram pagos. 

Má administração

O que o governo de Pezão e Dornelles chama de baixa no recolhimento do ICMS o Tribunal de Contas do Estado (TCE) identificou como sendo isenção fiscal (a desobrigação de empresas de pagarem impostos).  Segundo o relatório do TCE, o poder executivo concedeu somente anos de 2008 a 2013 cerca de R$ 138 bilhões em impostos.

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A pesar da crise financeira, que se alastra desde o ano passado, o governo do RJ tem realizado diversas ações de caráter extremamente displicente, como foi o subsidio de R$ 39 milhões para a Supervia em dezembro de 2015. A medida era claramente uma quitação da dívida da empresa com a Ligth. A medida foi aprovada na câmara com 30 votos a favor contra 21, sob o pretexto de que era para evitar um reajuste que ocorreria no valor da passagem. Contudo, no mesmo mês o governador dizia não ter receita para efetuar o pagamento do 13º dos servidores.

Decreto de falência

Em uma reunião, em 25 de agosto, na Casa das Garças, que aconteceu para tratar sobre temos de privatizações da empresa CEDAE. Encontravam-se reunidos gestores do BNDES, economista e autoridades estatais. Falaram da falência do Estado do Rio como algo concreto e previsto. O que tudo indica, o governo declarar falência ainda esse ano, após as eleições municipais.   #Política #Crise econômica