Esta segunda-feira, dia 24 de outubro, começou agitada para os moradores da cidade de #São Gonçalo, da região metropolitana do Rio de Janeiro. Foi noticiado pela grande imprensa o caso de um #Estupro coletivo, que ocorreu no bairro da Lagoinha. De acordo com o site O Globo, são sete os suspeitos de terem cometido o #Crime contra uma mulher de 34 anos de idade, que estava em um bar com um amigo. No local, ela foi sequestrada e levada para o banheiro para ser abusada coletivamente pelos homens.

De acordo com a Polícia Civil local, foram identificadas cinco pessoas no total. A delegada titular, Débora Rodrigues, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São Gonçalo, repudiou o ocorrido e prometeu fazer justiça à mulher atacada brutalmente na rua.

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Até mesmo imagens do crime já vazaram na internet, momentos antes da ação acontecer. A mulher é vista sendo carregada para dentro do bar e saindo dele. "Todos já foram identificados e são menores, mas continuamos as diligências para tentar identificar e localizar outros possíveis estupradores", garantiu a delegada da Deam-SG.

Os vídeos não puderam ser divulgados publicamente, apesar de já circularem na web. A divulgação de imagens é crime virtual e as pessoas que o fizerem também podem ter que responder.

Nem mesmo o nome da vítima ou dos suspeitos foi divulgado, para que não se repetisse o caso da jovem atacada recentemente na zona oeste do Rio de Janeiro. O caso ganhou repercussão internacional e os acusados chegaram a ficar "famosos" na web.

Além disso, a delegada avisou que está abrindo uma investigação paralela para apurar o vazamento de um vídeo íntimo durante o ato violento.

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As imagens podem ter sido publicadas por um ex-namorado da vítima.

De acordo com a mulher, ela já havia sido estuprada em outros momentos por traficantes locais e alguns deles participaram do abuso coletivo na madrugada do último dia 17.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro já incluiu o nome da moradora de São Gonçalo no cadastro de Proteção às Testemunhas de Crimes para garantir sua integridade física e psicológica. De acordo com relatos da própria vítima, os seus algozes só pararam o ato quando perceberam que uma viatura da PM se aproximava do local, fugindo rapidamente.

Com o trabalho da polícia, duas pessoas já foram encontradas, ambas menores de idade.