Número de policiais mortos e feridos causam preocupação em autoridades do #Rio de Janeiro. Todos os anos, vários policias são vítimas de ataques de criminosos.

Um número alarmante de policiais mortos e feridos está sendo investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), segundo matéria exibida no RJTV. Foram registrados duzentos e oitenta e sete policias baleados e oitenta e nove mortos em 2016.

O soldado que trabalhava na UPP da Cidade de Deus, Filippe Pires Moreira, foi alvejado na cabeça e veio a óbito devido à gravidade dos ferimentos. O caso ocorreu na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Rio de Janeiro, Zona Norte.

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O militar passava próximo a uma das entradas do parque quando foi atingido por três disparos. De acordo com a Polícia Militar, os autores dos disparos eram três homens em bicicletas, que, após alvejarem o policial, fugiram sentido a comunidade da Mangueira. Logo depois, dois deles foram detidos em uma das estradas da comunidade e foram levados ao 17º DP (São Cristóvão).

Logo em seguida, os suspeitos foram encaminhados para a Central de Garantias da Polícia Civil, localizada no Jacaré, também na mesma região. Filippe, que não tinha filhos e era solteiro, fazia parte da Polícia Militar há três anos.

De acordo com a Coordenadoria da UPP, o militar que foi atingido no tórax e na cabeça foi prontamente socorrido e levado em estado grave ao Hospital Central da corporação, no Estácio.

Na noite deste sábado (8), outro policial foi executado na Baixada Fluminense, em Nilópolis.

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Segundo informações do comando do 20º Batalhão de Mesquita, ele se encontrava no interior de um bar, na Rua Dona Vicentina, localizada no bairro Olinda. O policial militar Paulo Roberto Oliveira da Costa, de 42 anos, foi surpreendido por criminosos que efetuaram vários disparos contra ele.

Socorrido imediatamente e levado ao Posto de Atendimento Médico, de São João de Meriti, o militar não resistiu devido à gravidade de seus ferimentos e veio a falecer. O agente da lei trabalhava atualmente na UPP Camarista Méier. O policial era casado e deixou dois filhos. #Crime #Casos de polícia