Um caso estarrecedor envolvendo estupros coletivos sucessivos foi descoberto no Rio de Janeiro. Uma mulher de 34 anos tem sido vítima constante de traficantes do bairro Lagoinha, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

A vendedora de roupas sofre calada há 4 anos e o último episódio ocorreu na madrugada de segunda-feira (17). Na ocasião ela foi violentada por dez homens. Entre eles estavam adolescentes.

A polícia chegou no momento do #Crime, mas só conseguiu apreender dois menores. Os oito homens que se encontravam na cena do crime conseguiram escapar.

A vendedora tem três filhas entre 12 e 14 anos. Ela contou que vivia em pânico.

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Mãe de três meninas, de 12, 13 e 14 anos, a vendedora conta que não tem conseguido dormir e que vive dias de pânico, desde que foi estuprada pela quarta vez pelo grupo.

Os estupros começaram depois que um namorado da vítima filmou a relação sexual dos dois sem ela saber. Ele mostrou para os homens do bairro, inclusive traficantes. A partir daquele episódio, em 2011, ela passou a ficar visada como alvo fácil de violências sexuais.

O primeiro #Estupro coletivo foi em março de 2012. Seis traficantes a obrigaram a fazer sexo com eles dentro do banheiro. Eles bateram na vítima, inclusive.

Depois eles não pararam mais, sempre combinado violência física e sexual. Ela não denunciava por temer retaliações contra as filhas adolescente.

Da última vez, os homens a arrastaram para uma rua deserta, mas uma viatura da polícia que fazia patrulhamento de rotina chegou na hora.

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Os policiais encontraram a vendedora já sem roupas e chorando muito. Ela contou que os estupradores só pararam com os abusos porque perceberam a aproximação dos agentes. Nessa hora, eles correram para um matagal e conseguiram fugir. Apenas dois adolescentes que estavam próximos foram apreendidos, depois de reconhecidos pela vendedora como participantes  do estupro coletivo.

A vítima contou que, a todo momento, os traficantes diziam que, se ela berrasse, seria morta e jogada em uma vala.

Por conta de ameaças, já que o caso repercutiu em todo o bairro, a vítima foi para casa de amigos em outro município, onde permanecerá com as filhas por tempo indeterminado. #Casos de polícia