Uma situação bastante constrangedora deixou um cliente de um shopping center, no Rio de Janeiro, extremamente nervoso.

João Luiz Todd, de 46 anos, esteve, no último domingo (6), com sua filha no centro de compras que fica na Barra da Tijuca e não saiu nada satisfeito. Como costuma fazer sempre, ele deixou o carro no estacionamento VIP, onde o serviço é feito por manobristas, que ficam com as chaves dos proprietários dos veículos. Depois, seguiu para o parque infantil do estabelecimento para aproveitar as horas de folga com a criança, de três anos de idade.

João, que é empresário e desenvolvedor de jogos digitais, conta que chegou às 17h58m e permaneceu no shopping até 20h50 sem maiores problemas.

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Os motivos para a irritação só vieram depois, na hora de pegar o carro estacionamento VIP do complexo.

Ele entrou no carro e não conseguiu acreditar na cena que viu. Simplesmente encontrou um preservativo usado ao lado da cadeirinha da bebê, no banco traseiro.

E não foi só isso. Depois de registrar uma queixa na administração do shopping sobre a camisinha encontrada em seu Hyundai Ix35, se aborreceu ainda mais.

Isso porque, só quando retornou pela segunda vez ao carro,  ele percebeu que havia um líquido espesso branco espalhado pelo assento infantil. Aquilo foi o suficiente para tirá-lo do sério e exigir uma providência do estabelecimento.

Ele conta que sua filha chegou a colocar a mão no esperma e que não consegue deixar as sensações de asco e nojo ao lembrar dos fatos.

Todo o caso foi oficializado no livro de ocorrências do shopping, que acabou não tomando qualquer medida.

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João também procurou a 19ª DP, na Tijuca, onde fez um Boletim de Ocorrência relatando toda a situação.

Muito bravo, desabafou também à imprensa afirmando que vai ter que trocar de carro. Por causa da mistura de nojo e impotência diante do absurdo vivido, relatou que quase perdeu a cabeça na gerência do centro de compras. E reclamou que a administração, ao invés de tentar resolver o problema e identificar o responsável pela situação, tentou a todo momento abafar o caso, pedindo para que o empresário se acalmasse e fosse embora.

O mais irritante para o consumidor é o fato da administração “lavar as mãos” ao dizer que não monitora a área onde o carro fica e que só existem câmeras de segurança na entrada e da saída.

Por meio de nota, o Shopping Tijuca, disse que está apurando a ocorrência junto com a empresa terceirizada, responsável pelo estacionamento. #Investigação Criminal