Um assassinato foi registrado na tarde de segunda-feira (31), na Estrada de Furnas, no Itanhangá, zona oeste do Rio de Janeiro (RJ). A vítima foi identificada como a cirurgiã-dentista Priscila Nicolau, de 37 anos. Nenhum suspeito foi preso. De acordo com os peritos, o veículo que a jovem estava, um Kia Sorento, apresentava 17 perfurações de tiros. Segundo a Polícia Militar, a jovem foi localizada logo após uma intensa troca de tiros entre policiais militares e bandidos armados no alto do Morro Banco, localizado em Itanhangá.

Conforme o delegado Fábio Cardoso, da Divisão de Homicídios (DH), Priscila foi assassinada numa tentativa de roubo de veículo.

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De acordo com a perícia, constatou-se que a vítima foi assassinada durante uma fuga de bandidos que tentaram invadir o Morro Banco, na manhã de segunda-feira. Durante a fuga, eles trocaram tiros com os policiais. Todos os policiais que estavam no confronto com os bandidos já prestaram seus depoimentos, os familiares de Priscila também prestaram seus depoimentos na segunda-feira.

Segundo o delegado Fábio, "A Divisão de Homicídios (DH) ficou sabendo que, por volta das 12h, vários bandidos tentaram entrar no Morro do Banco e teve uma intensa troca de tiros com policiais militares que fazia serviço de patrulhamento no morro. Tudo indica que esses criminosos evacuaram pelo acesso da Estrada de Furnas, onde aconteceu o assassinato. A polícia trabalha como essa seja a principal causa que resultou na morta da jovem", relatou o delgado.

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 Ainda de acordo com Fábio, os marginais estavam armados com fuzis. O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a vítima, mas, assim que chegaram, a jovem já se encontrava morta. De acordo com a Polícia Militar, os policiais do Grupamento Aeromarítimo estavam dando apoio para a 31º BPM (Recreio) por volta das 15h40.

A Estrada de Furnas teve um lado interditado e teve um grande engarrafamento por volta das 16h30, horário em que o corpo de Priscila foi removido e logo após a pista foi liberado nos dois sentidos. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), passou por exames de necropsia e, logo após, foi liberado para familiares para realizar o sepultamento. O caso está sendo investigado pela polícia. #Crime #Casos de polícia #Morte