De acordo com informações repassadas pelo portal de notícias 'Extra', a 12ª Delegacia de Polícia (DP), está investigando um vídeo onde aparecem três meninas sendo espancadas, torturadas e tendo suas cabeças raspadas pelos criminosos. Segundo o portal 'Extra', o #Vídeo foi gravado no Morro dos Tabajaras, em Copacabana, na zona sul do Rio (RJ).

De acordo com o delegado Deoclécio Assis, titular da UPP, as jovens foram espancadas e torturadas por criminosos do morro que tem uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), os criminosos alegaram que as jovens eram "informantes policiais". No vídeo que está sendo compartilhado nas redes sociais, as três garotas aparecem com suas cabeças raspadas e são obrigadas por um criminoso a trocarem tapas no rosto entre si.

Publicidade
Publicidade

“De quem ela falou a casa?”, pergunta o criminoso. “Não falei nada de você”, responde uma das jovens. “Quem deu a minha casa?”, insiste o traficante, e logo após ele pega um chinelo e dá umas chineladas em duas jovens.

Segundo a 12ª Delegacia de Polícia, os policiais militares da UPP que encontraram a gravação nas mídias sociais as levaram para a delegacia. No vídeo de aproximadamente 1m25s, chegam a ser citados nomes de dois criminosos que atuam na comunidade - um deles, já foi reconhecido pela polícia. O criminoso foi identificado como Gabriel Alves de Lima, de 25 anos, que foi preso um dia antes por policiais da UPP Tabajaras.

Conforme relatam os policiais militares, o acusado, antes de ser preso, tinha entrado numa casa e feito duas das três mulheres que aparecem no vídeo de refém. A ocorrência foi registrada na própria 12ª Delegacia de Polícia (DP), onde o acusado foi autuado por crimes de constrangimento ilegal e associação ao tráfico de drogas.

Publicidade

As garotas foram ouvidas e logo após foram liberadas.

Veja o vídeo logo abaixo:

Um caso semelhante aconteceu na cidade de Trindade, em Goiás, onde quatro adolescentes, entre 13 a 16 anos, tentaram assassinar uma amiga de 14 anos. As garotas chegaram a fazer uma cova para enterrar o corpo da vítima.

A vítima foi atraída para uma falsa festa, lá ela foi amarrada, amordaçada, espancada e torturada pelas agressoras. Logo após a seção de tortura elas foram ao banheiro, foi o momento que a vítima conseguiu escapar e pedir ajuda para um vizinho. As agressoras então presas. #Casos de polícia