De fato ninguém está isento ao contexto de insegurança, dúvidas e #Violência nas grandes cidades e até mesmo nos pequenos vilarejos do interior, fenômeno esse que causa grande apreensão em todos e o pior, o processo parece progredir em escala mundial e o Brasil não sai incólume dessa situação aflitiva. Diariamente são veiculadas notícias nada satisfatórias no quesito da segurança e integridade física do cidadão brasileiro em geral e até mesmo dos estrangeiros que aqui vivem.

Um exemplo que está causando consternação, principalmente na colônia de gregos e descendentes que vivem no Brasil, está diretamente relacionada à pessoa da autoridade máxima da Grécia no país, que é o embaixador Kyriakos Amiridis, com 59 anos de idade, que está desaparecido desde o dia 26 de dezembro no Rio de Janeiro, conforme informação veiculada pela Polícia Civil carioca nesta quinta-feira.

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As últimas notícias acerca do paradeiro do embaixador datam de segunda-feira passada, um dia posterior ao Natal - não foi informada a localização do mesmo - porém, neste momento, detetives do DHBF (Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense) promovem diligências com o objetivo de encontrar o grego Amiridis em um dos diversos pontos da Cidade Maravilhosa.

Por questões de segurança e sigilo pessoal, os funcionários do Consulado da Grécia no Rio de Janeiro não estão autorizados a fornecer detalhes sobre o possível paradeiro de Amiridis e, por sua vez, os demais representantes da Embaixada da Grécia localizada em Brasília, também não se manifestaram em caráter oficial sobre esse conturbado caso.

O embaixador grego é apaixonado pela cidade do Rio e pelo seu povo.

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Ele foi o cônsul grego oficial na cidade de 2001 a 2004. No mês de janeiro de 2016, Amiridis foi promovido a embaixador da Grécia no Distrito Federal.

Kyriakos se formou em direito pela Universidade de Aristóteles, em Tessalônica, um dos maiores centros acadêmicos da Grécia e um dos maiores da Europa. O embaixador iniciou a sua carreira diplomática em 1985 e antes de vir ao Brasil serviu na embaixada grega na Líbia por quatro anos.

Entrevista concedida pelo embaixador para o professor Argemiro Procópio, do Instituto de Relações Internacionais da UnB

#Casos de polícia