O italiano Roberto Bardella de 52 anos foi com seu primo Rino Polato, 59 anos, conhecer a turística cidade do #Rio de Janeiro, mas não sabiam que uma horrível tragédia iria acontecer. O objetivo dos primos era ir até a praia, mas o aplicativo de GPS do celular os direcionaram ao Morro dos Prazeres.

Por volta das 11 horas e 30 minutos, os primos entraram em uma rua e encontraram cerca de dez homens armados, os criminosos atiraram em Bardella que estava acompanhado de uma câmera fotográfica presa em seu pescoço. Segundo seu primo Polato, os bandidos confundiram Bardella com um policial.

Rino Polato contou que seu primo levou um tiro na cabeça e um no braço, ele morreu imediatamente.

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Em seguida, os criminosos colocaram o corpo no carro e levaram os dois primos pra outro local, ele conta que viveu momentos de desespero e extremo calor percorrendo toda a favela do Rio. Os bandidos enterraram os pertences de Bardella, incluindo carteira, câmera, óculos e tiraram quaisquer vestígios de impressões digitais, Polato não conseguia entender a língua portuguesa e foi preciso que a polícia encontrasse um tradutor para desvendar esse caso.

No final de todo o processo, os criminosos deixaram o cadáver e o senhor Polato em frente a uma igreja evangélica no bairro Rio Comprido.

Rino Polato contou que ele e seu primo faziam um tour e chegaram a percorrer Foz do Iguaçu (PR), o roteiro incluía 35 mil quilômetros que seriam percorridos por bicicleta. Os países Colômbia, Chile, Venezuela e Bolívia também seriam explorados.

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Investigações do assassinato

Agora a polícia investiga o assassinato de Bardella pela Divisão de Homicídios. Com a ajuda de Polato, a polícia quer que todos os lugares em que os bandidos percorreram sejam identificados pelo italiano. A favela que os primos foram atacados já tinha recebido uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), existem cerca de 180 policiais militares no local.

A motocicleta dos primos, que tinha uma placa italiana, a Honda TransAL foi recuperada pela polícia. #Itália #Crime