O governo do Estado do Rio de Janeiro informou, nesta quinta-feira (5), que depositará na conta dos servidores a segunda parcela do #Pagamento de novembro nesta sexta-feira (6). A quantia estava prevista para ser paga na próxima segunda (9), mas foi antecipada. O valor da parcela, que seria de R$ 342, será de 1 mil.

Com o pagamento, a folha salarial estará inteiramente quitada para 76% da folha líquida de R$ 2,1 bilhões e para 67% do funcionalismo público. As parcelas previstas para o dia 11 e 13 também serão recalculadas, segundo a Secretaria de Estado de Fazenda. Mesmo assim, o restante permanece para o dia 17.

O aumento na arrecadação tributária prevista para o período e a decisão da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia, de impedir novos bloqueios nas contas do Estado para pagar dívidas com o governo federal foram fatores que contribuíram para a antecipação dos valores.

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Mais cedo, servidores protestaram no Palácio Guanabara

Servidores do Estado do Rio caminharam na manhã desta quinta-feira do Largo do Machado até o Palácio Guanabara, sede do governo. Com palavras de ordem "Fora Pezão" e "Queremos nossos salários", os manifestantes pediam a saída do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e protestaram contra o atraso no pagamento. Placas com os dizeres "SOS" e "Pagamento Já" foram carregadas pelos manifestantes que não se intimidaram com o sol e calor intenso. A passeata chamou o governo de “assassino” e “sem vergonha” por deixar aposentados e pensionistas sem salário. O policiamento foi reforçado no local.

Em função do protesto, ruas do Rio de Janeiro precisaram ser interditadas, como foi o caso da saída do Túnel Santa Bárbara para o Viaduto Engenheiro Noronha.

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A Rua Pinheiro Machado, no sentido Botafogo, também foi interditada logo após a descida do Viaduto.

Rio comprou mais armas não letais

De acordo com dados do Portal da Transparência, no dia 22 de dezembro a Polícia Militar pagou R$ 991,070,85 para a empresa Condor S.A para adquirir armamentos não letais. #Rio de Janeiro #Crise Financeira