Desde o ano passado que os técnicos-administrativos da #universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) estavam ameaçando entrar em greve. Em novembro, anunciaram o início do estado de greve e paralisaram as atividades administrativas, algumas só eram realizadas em casos de serem essenciais.

A categoria participou de várias mobilizações contra o pacote de “maldades” e atrocidades do governo Pezão aos servidores públicos e à população e pelo pagamento do salário. E hoje, dia 10 de janeiro, em assembleia que ocorreu em auditório da UERJ, às 14h, decidiram votar pelo início da greve a partir do dia 16 de janeiro, por tempo indeterminado.

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Enquanto isso, estarão em paralisação e funcionarão em forma de plantão (ainda não definido).

Na assembleia foram dados alguns informes e tiveram como pauta a falta do pagamento dos salários de novembro, dezembro e 13º Salário de 2016, discussão de propostas de enfrentamento da crise e assuntos gerais. A atitude dos técnicos por iniciar a greve na UERJ é vista como um protagonismo para a categoria na luta pela defesa do orçamento para universidade. E convocam as demais categorias (docentes e discentes) a também aderirem à greve.

Os funcionários que estavam cobrando um posicionamento da Reitoria da UERJ frente à situação vivida. Teve como resposta o envio de um ofício no dia (6) pelo Reitora, Maria Georgina Muniz Washington ao governador Luiz Fernando Pezão, informando sobre os graves problemas de financiamento enfrentados pela universidade.

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Em uma reunião que ocorreu segunda-feira (9) em que estava presente o governador Luiz Fernando Pezão, Henrique Meirelles (ministro da Fazenda), afirmou que apresentará até a próxima quarta-feira (11/01) um plano de recuperação fiscal do estado fluminense. Enquanto isso, os servidores seguem na expectativa de, até o dia 17 de janeiro, terem o salário referente ao mês de novembro pago.

Desde 2016, havia rumores de uma possível greve no início do semestre de 2017 pelos técnicos-administrativos, e agora está confirmada. Até o presente momento, a categoria dos docentes e discentes não se manifestou quanto à posição de greve dos técnicos. #Educação